quinta-feira, 4 de setembro de 2014
"Porque o inferno é onde viverão"
"Como uma nação, nós somos unidos, e quando alguém fere americanos, nós não recuamos, não esquecemos. Nós cuidamos daqueles que estão de luto e, quando isso acabar, eles devem saber que nós os seguiremos até os portões do inferno até que sejam trazidos à justiça, porque o inferno é onde viverão."
Essa é do vice-presidente americano, Joe Biden, , ao falar sobre os militantes do Estado Islâmico, responsáveis pela decapitação de dois jornalistas americanos. |
LYA LUFT: A morte é algo que precisamos aceitar
Autor: LYA LUFT: A morte é algo que precisamos aceitar
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Read a fragmento de romance from MiguelFernandez6: e mergulhou no abismo: garboso Pégaso no esplendor do relâmpago.
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quarta-feira, 3 de setembro de 2014
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As novas escravas brancas do Islã
Autor: Mr X
Assunto: As novas escravas brancas do Islã
Assunto: As novas escravas brancas do Islã
As feministas vivem reclamando da "cultura do estupro". Dizem que os homens são todos porcos exploradores que adoram abusar de mulheres.
Curiosamente, estão TODAS bastante silenciosas em relação a este caso de meninas de 12, 13, e 14 anos exploradas sexualmente por gangues paquistanesas na Inglaterra. Não encontrei nenhuma feminista brasileira sequer mencionando o tema. O site feminazi americano Jezebel tampouco noticiou. Na verdade é um caso até antigo, mas só hoje a mídia, e até o New York Times, acordou. Centenas ou até milhares de meninas brancas foram estupradas e forçadas a ser prostitutas, muitas vezes para sexo grupal. E o establishment inglês ignorou por anos, para não ser acusado de "racismo"! É tradição do povo muçulmano capturar escravas brancas e forçá-las à prostituição. Aconteceu nos tempos do Império Otomano (milhares de jovens eslavas capturadas), aconteceu em Kosovo (de novo, jovens eslavas forçadas por muçulmanos a se prostituir para soldados, tem até um filme sobre isso) e está acontecendo hoje também, em plena Inglaterra, com inglesinhas novinhas. Curiosamente, ninguém parece concluir a partir daí que talvez tenha sido uma péssima idéia trazer paquistaneses para a Inglaterra, e que eles deveriam ser expulsos a pontapés de volta para Islamabad. As feministas, enquanto isso, parecem estar mais preocupadas com um esmalte de unhas que detecta uma droga que facilita estupros. Bizarramente, elas são contrárias ao esmalte. Acham que não é função da mulher se precaver, mas do homem se controlar. Depois dessa, desisti de vez de levar a sério as feministas: a verdade é que elas só querem é trollar os homens. Elas dizem: "não devemos dizer a mulher que se cuide de ser estuprada, devemos ensinar os homens a não estuprar." Sempre me pareceu uma coisa estúpida. Ensinar a não estuprar? Mas será que o estuprador já não sabe que estupro é errado? Ou devemos também ensinar o ladrão a não roubar, o traficante a não vender drogas, o assassino a não matar? De qualquer modo, tive uma excelente idéia: vamos mandar todas essas feminaziloucas para oferecer um cursinho gratuito de "como não ser estuprador" a gangues de paquistaneses. Como dizem os americanos, win-win! |
terça-feira, 2 de setembro de 2014
carta aberta que 55 artistas enviaram à Fundação Bienal de São Paulo.
Ou: A arte da fuga
Quem leva a sério a opinião política dos artistas? Eu não. Deixei de o
fazer com a ruína dos regimes totalitários.
Nas pinturas de Isaak Brodsky (sobre Lênin); nos filmes de Leni
Riefenstahl (sobre Hitler); e nas telas de Alessandro Bruschetti (sobre
Mussolini), a "arte política" deixou um testamento vergonhoso, que
passou pela legitimação -melhor: pela exaltação das virtudes de psicopatas.
Exceções, sempre houve. Mas o casamento entre arte e política normalmente
deu maus resultados. A "arte pela arte" não é apenas um bordão do
século 19. É um conselho prudente para quem tem pretensões de se dedicar a ela.
Por isso ri alto com a carta aberta que 55 artistas enviaram à Fundação Bienal
de São Paulo.
Ponto prévio: nenhuma pessoa adulta escreve cartas abertas em manada;
quando falamos de artistas, ou pretensos artistas, a coisa ainda soa pior. Ou a
arte vive da autonomia individual, ou não vive. Só covardes assinam em manada.
Mas os 55 revoltaram-se com o apoio financeiro que Israel concedeu à
Bienal. Não querem dinheiro judeu porque acreditam que esse dinheiro, depois da
guerra em Gaza, conspurca as suas integridades estéticas.
Se o dinheiro fosse da Autoridade Palestina, ou até do Hamas, talvez a
conversa fosse outra. Não é. É de Israel.
Não vou regressar ao conflito entre Israel e o Hamas, que vive agora a sua
trégua clássica antes do próximo confronto. Enquanto o mundo não entender
direito a natureza islamita e jihadista do Hamas, não vale a pena gastar latim
com o assunto.
Mas talvez não seja inútil fazer uma pergunta meramente teórica: de que
vive a arte, afinal?
Arrisco uma resposta: a arte vive da liberdade. Um clichê sem grande
importância?
Errado. Parafraseando Saul Bellow, eu gostaria de conhecer o Balzac dos
zulus. Não conheço. Se Nova York, Londres ou Berlim são centros de excelência
estética, isso deve-se à estabilidade política e à riqueza material de tais
cidades.
E mesmo que a arte seja "engajada", o que já me parece uma corruptela
da sua vocação, convém que o "engajamento" seja direcionado para os
alvos certos.
Os 55 artistas da Bienal falham nos dois planos.
Começando pela liberdade, basta consultar os rankings da ONG Freedom House
para 2014. Não vou cansar o leitor com números e mais números. Resumindo, digo
apenas: Israel é o único país do Oriente Médio e do norte de África considerado
"livre". O resto oscila entre "parcialmente livres"
(Tunísia, Líbia, Kuait) e "não livres" (Iraque, Irã, Arábia Saudita).
E, para ficarmos na vizinhança de Israel, é a desgraça: Jordânia, Egito ou
Síria continuam antros de repressão. Os 55 artistas, que deveriam defender a
liberdade de expressão como quem defende o oxigênio, assinam uma carta contra o
único país que respeita essa liberdade em todo o Oriente Médio.
E sobre os direitos humanos? Fato: Israel merece várias linhas de
condenação nos relatórios anuais da Human Rights Watch, outra ONG independente.
Mas nada que se compare ao comportamento dos mesmos países do Oriente Médio,
para não falar da vizinhança em volta.
Um bom indicador do respeito pelos direitos humanos está no tema clássico
da pena de morte. Israel aboliu-a para crimes civis. Do Egito à Jordânia, do
Líbano à Autoridade Palestina, a execução judicial continua a verificar-se.
Digo "judicial" porque o Hamas, todos o sabemos, prefere fazer
as coisas de forma "extrajudicial", fuzilando traidores no meio da
rua.
De resto, será preciso dissertar sobre a diferença entre os
"direitos" das mulheres ou dos homossexuais em Israel e nos países em
volta? Será preciso recordar o histórico de amputações de membros e lapidações
de adúlteras que existe por aquelas bandas?
E será preciso acrescentar alguma coisa à selvageria do Estado Islâmico do
Iraque e do Levante, que pelo visto não incomoda os 55 artistas da Bienal de São
Paulo?
Criticar Israel é legítimo. Nenhum governo está acima da crítica.
Transformar Israel em pária internacional é uma forma de cegueira antissemita.
Eu só respeitarei a "coragem" dos 55 artistas no dia em que eles
viajarem para Bagdá, Riad ou Gaza e escreverem uma carta contra os governos
locais. Em defesa da liberdade e dos "direitos humanos".
Isso, claro, se ainda tiverem mãos para escrever.
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Autor: João Pereira Coutinho
Read a new story from MiguelFernandez6: O cavalo arriou as patas e, moribundo, foi largado à beira da estrada
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Mulheres que amam psicopatas demais
Nunca entendi as pessoas que acham a pena de morte "desumana". Em geral, quem é condenado à morte é porque matou. Se matou, não merece morrer? Alguém dirá, "Ah, mas o Estado não pode ser juiz e executor e tal". Bem, mas se deixarem nas mãos da população, ou da família da vítima, o sujeito será linchado e torturado de forma muito pior. O Estado na verdade já está fazendo um favor já em conceder um julgamento e uma morte menos dolorosa.
Nem sempre foi assim. Em tempos antigos, criminoso era torturado e esquartejado em praça pública. Era um espetáculo terapêutico para as multidões. E talvez tenha ajudado a Europa a se tornar, a longo prazo, um lugar menos violento. Mas não era de pena de morte que eu queria falar, mas sim de algo relacionado: a esterilização de criminosos. Você é a favor? Eu sim. Matou, roubou, estuprou, crá -- castração química ou esterilização para você. Quem cometeu crime grave deveria ser proibido de passar seus genes adiante. "Visita conjugal", por sinal, é um absurdo. Na minha opinião, a única "visita conjugal" que detentos deveriam ter é quando se abaixam para pegar o sabonete. E no entanto, não é assim que funciona. Aliás, os criminosos e psicopatas são premiados pelo sistema. Não é segredo que algumas mulheres gostam de "bad boys" (já escrevi sobre isso) e algumas, mais extremas, gostam de psycho-killers. Ted Bundy, serial killer que matou mais de vinte jovens mulheres nos anos 70, conseguiu ter uma "groupie" que o seguiu durante os julgamentos. Antes de ser executado, casou com ela e teve uma filha. Recentemente, Joran Van der Sloot, outro serial killer de mulheres, também teve um filho com uma admiradora de psicopatas. Não tentemos entender o (muitas vezes ilógico) pensamento feminino. O fato é que crimimosos não deveriam ter o direito de propagar seus genes podres. Tais criminosos, na minha opinião, deveriam ter sido castrados com um facão cego no momento em que entraram na prisão. Aliás, isso não é exclusivo dos psicopatas homens. Myra Hyndley, criminosa britânica que matou várias criancinhas, também teve um filho na prisão. Deveria ter tido as trompas ligadas. A longo prazo, a execução de assassinos e a esterilização de todo tipo de criminoso (até mesmo do mais vulgar ladrão de galinhas) teria um efeito benéfico, tornando a sociedade menos violenta, premiando os bons e castigando os maus. Pena que nem todos pensem assim. Pena que, para a esquerda, o assassino é apenas um "coitadinho" que merece não só viver à custa do cidadão, como ainda ter filhos e que estes sejam, também, sustentados pelas suas vítimas. Não sou muito religioso, mas, como no mundo em que vivemos os psicopatas e as pessoas más muitas vezes se dão melhor do que as pessoas inocentes e de bom coração, eu espero mesmo que exista um Inferno. |
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Read a new story from MiguelFernandez6: Quem mordiscara seus lábios e pusera daquela maneira a língua dentro dela?
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A mídia é uma macaca imunda
Uma simples palavra. O nome de um simpático animal. Três sílabas: ma-ca-co.
E no entanto elas podem ter arruinado a vida de uma jovem. Ao menos a mídia está fazendo tudo o possível para acabar com a vida da jovem Patrícia por causa de uma palavra. Primeiro, filmou-a e promoveu as imagens incessantemente (coincidência? porque escolheram logo essa moça, e não os homens adultos do coro?). Depois, a mídia levantou os ânimos da "torcida" para que agredissem a jovem verbalmente nas redes sociais e até apedrejassem a sua casa. O jogador Aranha foi entrevistado pelo Fantástico, vejamos o que um importante blog esportivo diz a respeito:
"Eu sei que muitas vezes eu não sou aceito, eu sou tolerado. Porque sou o goleiro do Santos, bicampeão mundial. E porque eu tenho um carro bonito, porque eu compro isso, eu compro aquilo. Então muitas vezes eu sou tolerado, não sou aceito. Eu já morei em prédios, minha família está de testemunha, que não me davam nem bom dia."
Para Aranha, para os produtores de televisão, para os times de futebol, para a torcida, para a mídia, para a classe média bacana que posta no Facebook, e mesmo para a maioria da população brasileira, é justificado que uma jovem branca de 22 anos seja humilhada, agredida e até que seja presa e sofra eventuais abusos na cadeia pelo simples fato de dizer uma palavra. Uma palavra habitual nos cânticos da torcida gremista, já que o rival Inter é chamado de macaco e até tem um mascote macaco chamado, sem ironias, "Escurinho". Racismo? Ou apenas um apodo comum também para torcedores de outros times, como "peixe", "porco", "urubu"? No Brasil, o crime de gritar uma palavra em meio à torcido é punido com o máximo rigor da lei e de ostracismo social. Isso num país em que atropeladores matam e saem livres após pagar fianças irrisórias. Um país no qual 90% dos assassinatos jamais sequer são esclarecidos. Um país no qual estuprador e bandido é solto ou tem direito a regime "semi-aberto". Um país no qual jovens drogados matam por um celular e não vão presos por ser "de menor". Um país no qual políticos roubam milhões, jamais vão presos, e ainda são reeleitos. Ah! Esses aí são todos crimes sem importância. O importante é punir Patrícia, a "racista maldita"! Crime perigoso é chamar alguém de macaco, o resto a gente dá um jeito... <![if !supportLineBreakNewLine]> <![endif]> |
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