quarta-feira, 25 de junho de 2008
terça-feira, 24 de junho de 2008
origem de ditos populares
Significado: Ficar de sobreaviso, acautelar-se, prevenir-se.
Significado: Falar demais.
Significado: Ter feito sexo com alguém.
CHORAR AS PITANGAS
Significado: Chorar muito.
Significado: Uma pessoa é muito parecida com outra.
Significado: Hálito fétido.
Significado: Muito, em grande quantidade.
Significado: Pode esperar que vai demorar.
OVELHA NEGRA DA FAMÍLIA
Significado: Filhos que não têm bom comportamento.
BATEU AS BOTAS
Significado: Morreu.
CONVERSA MOLE PARA BOI DORMIR
Significado: Assunto sem importânica.
Significado: Entrega espontânea
Significado: Falar demais.
Significado: Não adianta mais.
Significado: Frase que sintetiza confusão.
VÁ PENTEAR MACACOS
Significado: Não incomode, vá para longe.
Significado: Elogiar exageradamente.
Significado: É muito bom.
ESTAR DE PAQUETE
Significado: Situação das mulheres quando estão menstruadas.
QUINTOS DOS INFERNOS
Significado: Amaldiçoar alguém ou local muito longínquo.
DORMIR COM AS GALINHAS
Significado: Dormir muito cedo.
Significado: Babá.
ENTRAR COM O PÉ DIREITO
Significado: Começar bem.
CATAR MILHO
Significado: Datilografar ou digitar lentamente.
a EMENDA SAIU PIOR DO QUE O SONETO
Significado: O conserto ficou pior que o original.
AO DEUS DARÁ
Significado: Deixado de lado.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Seção: copy+Paste!: direitos

Considerando que todo o animal possui direitos;
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.
Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.
Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.
1.O animal morto deve de ser tratado com respeito.
1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.
seção: copy+paste! Frases: livros

quarta-feira, 18 de junho de 2008
Câmera Digital de Mineiro

Chegando lá, mostrou aquela novidade para todos.
Nunca ninguém tinha visto algo igual e ele diz:
- 'Pessoar, todo mundo pra-per-da-cerca-di-arami farpado ali, pra-modi-quê vô tirá umas foto docêis'.
Ele então programou o temporizador e correu pra junto de todos.
Nessa, quando os outros o viram correr na direção deles, saíram correndo, atravessando acerca de arame farpado, rasgando-se todos.
Então ele pergunta: - 'O qué qui aconteceu, uai?'
E sua tia, com as duas orelhas penduradas, respondeu:
- 'Se ocê qui cunhece esse trem ficou cum medo, imagina nóis qui num cunhece'.
domingo, 15 de junho de 2008
Pegadinhas de nosso idioma...

Recém lançado: literatura

Fantasma Sai de Cena, de Philip Roth, fala de velhice e da proximidade da morte
Daniel Galera
Mais ou menos na metade de Fantasma Sai de Cena há uma passagem antológica, um parágrafo que pode ser visto como eixo para todo o romance. Nele, Philip Roth refere-se à ficção literária como uma amplificação efêmera do quociente de dor que nos cabe na vida, porém observa: 'Para umas poucas , muito poucas, essa amplificação, que brota do nada, insegura, constitui a única confirmação, e a vida não vivida, especulada, traçada no papel impresso, é a vida cujo significado acaba sendo mais importante.'
Vinda de um autor grandioso com a obra alicerçada em alter egos, a declaração de que a ficção importa mais que a vida é difícil de ser ignorada, sobretudo quando quem a enuncia é Nathan Zuckerman, o maior 'outro eu' de Roth, que, supostamente, se despede para sempre nesse volume.
O livro não se resume, é claro, a essa defesa do valor intrínseco da ficção. Numa narrativa sucinta e vigorosa, ressurgem aqui diversos temas caros ao autor, como a proximidade da morte, os reflexos da situação política e histórica na vida privada dos americanos e, sobretudo, o combate das paixões - acima de todas o desejo sexual - com as forças superiores que tentam abafá-las. A partir do esplêndido O Teatro de Sabbath (1995), seus protagonistas cerceados pela religião, pelos vínculos familiares, pela moral e pelos bons costumes ganharam um novo oponente, certamente o mais implacável de todos: a velhice.
A satisfação dos desejos, por mais transitória e ambígua que fosse, ainda era a desforra de personagens idosos como Mickey Sabbath, o Coleman Silk de A Marca Humana (2000) e o David Kepesh de O Animal Agonizante (2001). Para o Zuckerman de Fantasma Sai de Cena, porém, o cerco se fecha: a extração de uma próstata cancerosa o deixou não apenas incontinente, mas também impotente.
Não é indispensável conhecer as peripécias anteriores de Zuckerman para entender o que se passa no novo livro, mas há vínculos importantes, em especial com The Ghost Writer (no Brasil, Diário de Uma Ilusão), de 1979, no qual o personagem, então com 23 anos, se encontra com E. I. Lonoff, um escritor capaz de renunciar a tudo em nome da literatura. Zuckerman cobiça não apenas a disciplina de seu ídolo, mas também sua jovem amante, Amy Bellette.
Em Zuckerman Unbound (1981), nosso herói conhece as amargas conseqüências do sucesso repentino de seu romance Carnovsky (como ocorreu com Roth e seu O Complexo de Portnoy, de 1969). É um homem acuado, ignorando os leitores que 'confundiam faz-de-conta com confissão e gritavam na rua para um personagem que vivia dentro de um livro'.
Fantasma Sai de Cena se passa em 2004 e nos apresenta Zuckerman aos 71 anos. Após um auto-exílio de 11 anos num lugarejo nas montanhas, o consagrado escritor retorna a Nova York para um tratamento contra incontinência urinária. Tendo passado mais de uma década isolado sem celular, computador, televisão e jornais, livre da 'tirania de sua intensidade emocional', ele rapidamente se vê 'de volta ao drama, ao momento, ao turbilhão dos acontecimentos'. Primeiro, avista Amy Bellette numa lanchonete, ostentando na cabeça raspada a cicatriz de uma cirurgia. Depois, vê nos classificados de uma revista um anúncio assinado por dois jovens escritores propondo trocar seu apartamento em Manhattan por um refúgio rural. Por impulso, telefona para o casal e aceita a troca. E assim Zuckerman conhece Jamie Logan.
Assim que vê Jamie, Zuckerman fica enfeitiçado. A simples presença da linda moça de 30 e poucos anos no mesmo recinto exerce um efeito devastador. Mas ele já não é um 'homem inteiro'. É um velho impotente que usa fraldas e não sabe quem é Tom Cruise. Para piorar, vê-se perseguido por um ex-namorado de Jamie, o impetuoso Richard Kliman, que pretende escrever a biografia de Lonoff e revelar um segredo escabroso sobre a vida pessoal do autor falecido. Zuckerman decide impedi-lo a qualquer custo, não apenas para honrar a memória de seu ídolo e proteger Amy, mas também porque Richard representa a virilidade e a juventude perdidas. Agora Zuckerman sabe que é tarde demais para retornar ao seu refúgio. O tumulto das paixões o engoliu de novo.
É impressionante a velocidade com que Roth arma esse tabuleiro e aproxima suas peças. Por um lado, esse romance é um testemunho sobre a tragédia da velhice, da oposição entre a decadência física e os impulsos primitivos que se recusam a ceder - tema que o autor tem enfrentado com sinceridade e obstinação exemplares. Por outro, o desespero de seu protagonista é o gancho para tratar de outro assunto, as relações entre a vida e a ficção.
Zuckerman não ousa tocar em Jamie, mas, depois de passar a noite no apartamento do jovem casal democrata acompanhando a vitória de Bush nas urnas, ele retorna ao hotel e escreve um diálogo intitulado 'Ele e ela', a dupla que, de acordo com Chekhov, era o centro de gravidade de qualquer conto. Nathan e Jamie. Transformados num hábito, esses diálogos de alta voltagem erótica são a saída que Zuckerman encontra para sublimar suas aspirações. 'As conversas que não tive com ela me emocionam mais do que as conversas que tivemos de fato.' É apenas na ficção que ele confessa já tê-la visto 10 anos antes num almoço, que fala do 'prazer devastador' que sente em sua presença. 'Quero morrer de ciúme', ele pede. 'Me fale sobre todos os homens que você já teve.' É o mesmo artifício que usara com Amy Bellette décadas antes, na casa de Lonoff, quando, para aplacar o desejo e a culpa, imaginara que a moça era, na verdade, Anne Frank.
Em paralelo, Zuckerman discute com Richard a validade de uma biografia de Lonoff. Para Richard, é a chance de dar a um gênio esquecido a visibilidade que merece. Para o alter ego de Roth, uma biografia é uma 'segunda morte'. Ele argumenta que julgar a ficção de um autor com base em suposições sobre sua biografia é uma 'mentira que é só mentira', ao passo que a ficção é a 'mentira que revela a verdade'. Como os diálogos imaginários que trava com Jamie na solidão de seu quarto de hotel.
São vários os gritos de desespero de Zuckerman ao longo do romance, mas um deles o percorre por completo e o extrapola: é o grito em defesa da supremacia da imaginação sobre a realidade. Acreditar na fábula literária, deixar-se afetar por seu encadeamento de mentiras que revelam verdades, depende de um acordo tácito entre autor e leitor, um acordo sobre o qual não se fala sob pena de desmanchar o encanto. Roth é um especialista no assunto, e com Fantasma Sai de Cena ele investe contra leitores, críticos e qualquer um interessado em desmanchar a mágica da ficção. Se não por outro motivo, simplesmente porque para alguns poucos, não importa a causa de seu atrito com o mundo, a literatura segue sendo 'a vida cujo significado acaba sendo mais importante'.
Daniel Galera, escritor, é autor de Mãos de Cavalo, entre outros
(SERVIÇO)Fantasma Sai de Cena, Philip Roth, Tradução de Paulo Henriques Britto
Cia das Letras, 282 págs., R$ 42
sexta-feira, 30 de maio de 2008
puteiro em brasilia
Brasília à qual vão todos os políticos e decide investigar. Fala com a
cafetina e pergunta:
- FHC vinha aqui?
- Sim, claro! Dava gosto, um cavalheiro. As melhores meninas, o melhor
champanhe, as melhores gorjetas. Cada vez que vinha, era uma festa.
- Guido Mantega vem?
- Sim! Mas não é a mesma coisa. Sempre pede desconto, nunca pede
champanhe, nunca está de acordo com a conta, sempre se queixa e nos ameaça
com mais impostos.
- Gabeira, também vem?
- Sim, mas não procura meninas e, sim, meninos.
- E a Dilma?
- Bem, essa é o contrário; procura meninas e não meninos.>
- E o Lula?
- Também vem, mas esse fica só um pouquinho. Entra, dá um beijo na mãe e sai
domingo, 25 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
A ARTE DA NEGOCIAÇÃO
Filho - Mas pai, eu quero escolher a minha mulher.
Pai - Meu filho, ela é filha do Bill Gates.
Filho - Bem neste caso eu aceito.
Então o pai negociador vai encontrar o Bill Gates.
Pai - Bill, eu tenho o marido para sua filha.
Bill Gates - Mas a minha filha é muito jovem para casar.
Pai - Mas esse jovem é vice-presidente do Banco Mundial.
Bill Gates - Neste caso tudo bem.
Finalmente o pai negociador vai ao Presidente do Banco Mundial.
Pai - Sr. presidente, eu tenho um jovem que é recomendado para ser
vice-presidente do Banco Mundial.
Pres Banco Mundial - Mas eu já tenho muitos vice-presidentes, inclusive mais
do que o necessário.
Pai - Mas Sr, este jovem é genro do Bill Gates.
Pres Banco Mundial - Neste caso ele está contratado.
Não existe negociação difícil, perdida nem impossível !
Tudo depende da ESTRATÉGIA...
Para Ler Como Um Escritor

Duas loiras?

Duas mulheres bem gostosas, verdadeiros aviões, resolvem sacanear com um velhinho de 88 anos.
Aproximam-se dele e perguntam:
- Mas que velhinho simpatico! tudo bem? O que você faria com duas mulheres tão gostosas quanto nós ?
E o velhinho:
- Com vocês duas, não faria nada, mas com mais quatro ou cinco, abriria um puteiro.
domingo, 11 de maio de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
PISICOPOLÍTICA E "CURA MENTAL"

Ultimamente muito se tem falado
Como vários teóricos marxistas do século XX, Gramsci não negou a importância da infra-estrutura, que segundo a teoria de Karl Marx é o modo de produção da vida material, mas ressaltou a importância e o papel da superestrutura que compreende as instituições políticas, o direito, a moral, a religião, as artes, a filosofia, a economia, etc.
Para Gramsci a superestrutura possui dois elementos fundamentais: "a sociedade política", onde se encontra o aparelho de coação e comando, isto é, o Estado ou governo, e a sociedade civil que assenta na persuasão. E se para os revolucionários russos, o essencial era derrubar o aparelho do Estado, para os revolucionários ocidentais o terreno essencial de luta se situa na sociedade civil que sempre aceitou os valores e a ideologia da classe dominante, portanto sua hegemonia.
Entendeu Gramsci que a hegemonia é assegurada por aqueles a quem chamou de intelectuais orgânicos (clero, intelectuais, universitários, tecnocratas), e os trabalhadores somente se afirmariam se conseguissem fazer prevalecer o seu próprio sistema de valores, sua própria visão de mundo, sua própria ideologia. Seria, então, imperativo que aqueles tomassem a direção cultural e moral da sociedade e passassem a ser uma classe dirigente antes de ser uma classe dominante.
Em suma, Antonio Gramsci elaborou uma "estratégia do consentimento" através dos intelectuais orgânicos que são o elemento organizador da sociedade civil. E isto é algo mais eficaz do que a tomada do poder pela força. Seria uma revolução sem armas rumo ao comunismo. Funcionaria como processo corrosivo trabalhado através da persuasão envolvendo mentes e sentimentos.
Sentimentos podem ser induzidos por intelectuais orgânicos e se conquistam com líderes eloqüentes e muita propaganda, coisas que não são difíceis de fabricar porque os homens não oram apenas pelo pão de cada dia, mas também por sua ilusão diária. Isso porque, a maioria vive em circunstâncias de frustração calada.
Ora, pessoas frustradas são mais crédulas na medida em que necessitam de algo em que acreditar. Gente frustrada precisa também de odiar e o ódio compartilhado com outros é a mais poderosa de todas as emoções unificadoras. Naturalmente é fácil odiar uns aos outros através da luta de classes. Estimular o ódio entre classes, raças ou etnias é, portanto, o caminho mais fácil para a conquista e a manutenção do poder.
Todavia Gramsci não foi tão inovador como se pensa. Lavrenty Pavlovich Beria (1899-1953-Foto), ministro do Interior e marechal da União Soviética, executado depois da morte de Stalin, também sabia que nem só de infra-estrutura vive o homem.
Sua arma para dominar os incautos, os frustrados, os necessitados de ilusão, na verdade era uma espécie de ciência que ele denominou de Psicopolítica, através da qual se podia obter a "cura mental", ou algo que podemos chamar de lavagem cerebral.
Para entendermos melhor de Psicopolítica, observemos alguns trechos de um discurso que Beria proferiu para estudantes americanos, na Universidade Lênin:
"Vocês devem trabalhar para que todos os profissionais e professores somente professem a doutrina de "cura" originária no comunismo e nos nossos propósitos". "Vocês devem trabalhar para que tenhamos o domínio das mentes e dos corpos de todas as pessoas importantes de vossa Nação". "Vocês devem conseguir tal descrédito pelo estado de insanidade e tal convicção sobre seu pronunciamento que nenhuma autoridade governamental assim estigmatizada possa novamente ter o crédito de seu povo". "Vocês podem mudar a lealdade das pessoas pela Psicopolítica; podem alterar para sempre a devoção de um soldado, de um governante ou de um líder em seu próprio país; ou vocês podem destruir suas mentes". "Usem as Cortes, usem os juízes, usem a Constituição do país, usem as sociedades médicas e suas leis para ampliar nosso fim". Tudo vale na nossa campanha para implementar e controlar a 'cura mental"; para disseminar nossa doutrina e para nos vermos livres dos nossos inimigos". "Pela Psicopolítica criem o caos". "Tomem a nação sem líderes, matando assim os oposicionistas". "E tragam para a Terra, através do comunismo, a maior paz que o homem jamais conheceu".
Um paciente trabalho de intelectuais orgânicos foi efetuado no Brasil. Padres, professores, intelectuais, artistas, profissionais liberais se empenharam para elevar ao poder não a classe trabalhadora, mas o Partido dos Trabalhadores. Não temos mais instituições, oposições, lideranças que resistam à "cura mental" que nos é ministrada dia a dia. Confiantes, aguardemos através do petismo a maior paz que o brasileiro jamais conheceu. O problema é que a História sempre se vinga dos que a ignoram.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga, professora, escritora.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Cartazes de 79 filmes ganhadores do Oscar

Para quem curte cinema!O 'Movie Poster Addict' publica os posters dos 79 filmes ganhadores do Oscar na história do prêmio, a partir de 1927.
O cartaz do lado é do filme “Sindicato de ladrões”, o outro, sem comentários, mas podem-se encontrar todos, muito curiosos como “A ponte Sobre o Río Kwai”etc. etc.
Pra pegar, eis o Link do: Movie Poster Addict.
ÚLTIMAS NOTÍCIAS DE LISBOA
"Gêmeo tenta se suicidar e mata o irmão por engano"*
DISK FINADOS - Lançaram em Portugal, o novo serviço por telefone, é o "Disk-Finados", você telefona e ouve um minuto de silêncio !
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CURVA PERIGOSA - O português estava dirigindo em uma estrada, quando viu uma placa que dizia: "Curva Perigosa à Esquerda" Ele não teve dúvidas: virou à direita!
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AGENDA DE TELEFONE - *Por que os portugueses usam somente a letra "T" em suas agendas de telefone? telefone do Antonio, telefone do Joaquim, telefone do Manoel, telefone do Pereira...
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LOJA DE SAPATOS - O Manuel foi, na segunda-feira, a uma loja de sapatos. Escolheu, escolheu e acabou se decidindo por um par de sapatos de cromo alemão. O vendedor entregou o sapato, mas foi logo advertindo-o: apertaria os pés nos primeiros cinco dias.
- Não tem problema. Eu só vou usá-los no domingo que vem.
*
FESTA - O Manuel vai a uma festa grã-fina. Ressabiado, com medo de dar algum fora, fica observando como os demais convidados se comportam. O jeito correto de beber, de comer.
Observa alguém já satisfeito, palitando os dentes, com discrição. Mais tarde, o anfitrião, vem cumprimenta-lo:
- E ai, Manuel? Esta sendo bem servido?
- Olhe, pois? Eu nunca comi tão bem! Só daqueles palitinhos, que as pessoas comem escondido, tapando a boca com as mãos, eu já comi uns quinze!
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Noitada na cidade
Vai até uma dessas boates discretas, de luxo, e escolhe uma garota deslumbrante para finalizar a noite com chave de ouro.
A garota o convida para ir até seu apê na Vieira Souto e, óbvio, o cara aceita.
Ao sair, a garota chama seu motorista, que vem com uma limusine luxuosa e os leva até o apê.
Depois da noitada o político pergunta o preço da "festa".
- R$50 reais! - responde a beldade.
- O quê? - surpreende-se ele - Você vive nesse luxo todo e cobra só R$50 reais por programa? Como pode?
- É que eu não vivo de transar com clientes - explica ela.
- Eu faço filme pornô. Quer ver como ficou o seu?
terça-feira, 29 de abril de 2008
Qual é o gosto da carne humana?




