sexta-feira, 2 de maio de 2008

Noitada na cidade

"Aquele" político conhecido chega no Rio de Janeiro e resolve sair com os amigos pra se esbaldar em uma noitada pela cidade, com tudo que tem direito.
Vai até uma dessas boates discretas, de luxo, e escolhe uma garota deslumbrante para finalizar a noite com chave de ouro.
A garota o convida para ir até seu apê na Vieira Souto e, óbvio, o cara aceita.
Ao sair, a garota chama seu motorista, que vem com uma limusine luxuosa e os leva até o apê.
Depois da noitada o político pergunta o preço da "festa".
- R$50 reais! - responde a beldade.
- O quê? - surpreende-se ele - Você vive nesse luxo todo e cobra só R$50 reais por programa? Como pode?
- É que eu não vivo de transar com clientes - explica ela.
- Eu faço filme pornô. Quer ver como ficou o seu?

terça-feira, 29 de abril de 2008

Qual é o gosto da carne humana?


Texto Rafael Tonon

O sabor é forte – para alguns, pode parecer amarga. Para outros, é levemente doce. Opa, não precisa me olhar com essa cara: isso é a opinião da maioria dos canibais que já se manifestaram sobre o assunto.

Os astecas, no século 16, serviam um prato com carne humana e milho chamado tlacatlaolli. Pela descrição do missionário franciscano Bernardino de Sahagun, a iguaria tinha um sabor adocicado. É a mesma opinião de guerrilheiros do Congo que, no século 20, teriam comido carne de pigmeus para ficarem "mais fortes".

Outros canibais contam a experiência com detalhes ainda mais assustadores. O japonês Issei Sagawa, que matou e comeu uma professora em Paris, escreveu na autobiografia que a carne da moça era "como atum cru em restaurante de sushi".

Já para o americano Albert Fish, que assassinava crianças, o gosto parecia "carne de vitela", tenra e macia. Mas provavelmente a descrição mais chocante seja a do alemão Armin Meiwes, condenado à prisão perpétua em 2006 pela morte do engenheiro Bernd Brandes. Na noite de 9 de março de 2001, Armin cortou o pênis de Bernd, cozinhou o órgão e o dividiu com o próprio amputado!

No tribunal, o canibal disse que não havia gostado muito do membro assado – ele achou a carne muito difícil de mastigar. Depois foi a vez de o próprio engenheiro virar picadinho. Armin comeu mais de 20 quilos da carne do morto ao longo de vários dias e comparou o banquete à carne de porco, "um pouco mais amarga e mais forte".

Quando o degustador não tem sérios problemas mentais, a experiência de deglutir alguém da própria espécie é tão aterradora que o gosto é o que menos importa. Os sobreviventes do desastre aéreo de 1972 nos Andes, que passaram 72 dias isolados, tiveram que se alimentar da carne dos mortos no acidente para sobreviver.

O uruguaio Carlos Páez disse ter consumido a carne humana em pedaços finíssimos, congelados. Por causa das baixas temperaturas e do trauma, Páez afirmou que não sentiu gosto algum.

domingo, 27 de abril de 2008

O Dia Internacional do livro

Reprodução da tela "Willy" óleo sobre tela, 50x70cm_de MiguelAF, autorizada gentilmente pela sua proprietária: Sra. BERNADETE BEHEREGARAY de Petrópolis.


Em um 23 de abril, e no mesmo ano, morreram dois dos mais destacados escritores europeus ao longo da historia: Cervantes e Shakespeare.

Tudo aconteceu em 1616. Dada a importância dos personagens e a magnitude da coincidência (ainda que se argumente, também, que está baseada em calendários diferentes), desde 1966, a Unesco destacou esta data para proclamar "O Dia Internacional do livro".

Cada 23 de abril é, desde então, dia de eventos e celebrações de todo tipo em torno à cultura livresca. Não somente porque se considera que o legado literário é digno de ser festejado. Também porque se dá por descontado, que o livro tem um lugar inferior ao que merece e porque se assume que todos em conjunto, e em escala mundial, devemos velar pela sua saúde, sua boa reputação, sua difusão e por sua circulação universal, como se o aceso à leitura fosse um dos direitos básicos do ser humano.



Retrato de Miguel de Cervante

Autor desconhecido

ISTO É QUE É GOLPE



Acompanhado de uma belíssima mulher, o sujeito entrou na joalheria e mandou que ela escolhesse a jóia que quisesse... sem se preocupar com o preço.
Examina daqui, experimenta uma, depois outra, ela finalmente decide por um colar de ouro com diamantes e rubis.
Preço R$ 850.000,00 .
Ele manda preparar uma embalagem especial, saca um talão de cheques e começa preencher. Assina, destaca e, ao estendê-lo, percebe a fisionomia constrangida e preocupada do vendedor examinando o cheque.
O cliente, então num gesto de maior cavalheirismo, toma logo a iniciativa:
- Vejo que você está pensando que o cheque pode não ter fundos. É muito natural... eu também teria minhas dúvidas... afinal, uma quantia tão grande...
E continuou:
- Tudo bem. Façamos o seguinte: hoje é sexta-feira e o banco já fechou.
Você fica com o cheque e com a jóia. Na segunda-feira, você vai ao banco, pega o dinheiro e manda entregar a jóia na casa dela... está certo?
Cheio de mesuras, impressionado com tanta distinção, o vendedor, com muitos agradecimentos pela compreensão, encaminha o casal até a saída, desejando-lhes um bom fim de semana.
Na segunda-feira, ao meio dia, o vendedor ligou para o cliente para dizer-lhe que, infelizmente, deve ter havido algum equívoco do banco, mas o cheque não tinha fundos.
Ouviu, então, uma voz meio sonolenta:
- Tem problema não. Pode rasgar o cheque. Eu já transei com aquela mulher!