terça-feira, 18 de março de 2008

BOAS DE ADVOGADOS



Estas são piadas retiradas do livro "Desordem no tribunal". São coisas que as pessoas realmente disseram, e que foram transcritas textualmente pelos meirinhos, que tiveram que permanecer calmos enquanto estes diálogos realmente aconteciam à sua frente.

Pergunta: Qual é a data do seu nascimento?
Resposta: 15 de julho.
P: Que ano?
R: Todo ano.
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P: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
R: Sim.
P: E de que modo ela afeta sua memória?
R: Eu esqueço das coisas.
P: Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?
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P: Que idade tem seu filho?
R: 38 ou 35, não me lembro.
P: Há quanto tempo ele mora com você?
R: Há 45 anos.
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P: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou naquela manhã?
R Ele disse, "Aonde estou, Betty?"
P: E por que você se aborreceu?
R: Meu nome é Susan.
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P: Me diga, doutor... não é verdade que, ao morrer no sono, a pessoa
só saberá que morreu na manhã seguinte?
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P: Seu filho mais novo, o de 20 anos...
R: Sim.
P: Que idade ele tem?
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P: Sobre esta foto sua... o senhor estava presente quando ela foi tirada?
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P: Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
R: Sim, foi.
P: E o que você estava fazendo nesse dia?
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P: Ela tinha 3 filhos, certo?
R: Certo.
P: Quantos eram meninos?
R: Nenhum.
P: E quantas eram meninas?
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P: Sr. Wilson, por que acabou seu primeiro casamento?
R: Por morte do cônjuge.
P: E por morte de que cônjuge ele acabou?
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P: Poderia descrever o suspeito?
R: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
P: E era um homem ou uma mulher?
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P: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
R: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...
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P: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, ok? Que escola você freqüenta?
R: Oral.
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P: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vítima, o sr. Dennis?
R: Sim, a autópsia começou às 20:30.
P: E o sr. Dennis já estava morto a essa hora?
R: Não... Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu estava fazendo aquela autópsia nele.
_______________________________
P: O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?
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P: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?
R: Não.
P: O senhor checou a pressão arterial?
R: Não.
P: O senhor checou a respiração?
R: Não.
P: Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia
começou?
R: Não.
P: Como o senhor pode ter essa certeza?
R: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
P: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
R: Sim, é possível que ele estivesse vivo e exercendo Direito em algum lugar!

CAVALOS: A VIAGEM DA MORTE

Óleo s/tela 20X40cm

Enviado por Mariza Passos

 É preciso uma certa sofisticação moral para entender que animais têm direitos!
 
Infelizmente, muitas pessoas foram educadas dentro de uma limitação de consciência onde animais não tem vez nem voz. Para essas pessoas, animais não são seres vivos, cujo interesse básico é o de apenas viver. Para essas pessoas, animais são como pedras e cadeiras, cujo sofrimento não lhes causa nenhuma empatia. Para essas pessoas, chutar um cão é como chutar uma pedra. Comprar e vender um gato é como comprar e vender cadeiras. Comer a carne de um animal que um dia teve um coração que batia é a mesma coisa que comer pipoca na frente da TV.
Cortar um animal para fins de vivisseção é a mesma coisa que cortar uma folha de papel.
No entanto, nada mais justifica, hoje em dia, tamanha indiferença e insensibilidade em relação aos animais. Quem ler a reportagem abaixo e ainda assim permanecer indiferente, é porque ainda lhe falta essa "sofisticação moral" mencionada acima.
Muito mais que sofisticação moral, falta aquilo que deveria se inerente ao ser humano, aquilo que nos faz verdadeiramente humanos: a compaixão e a solidariedade, que deveriam ser sentimentos que brotam naturalmente diante do sofrimento alheio, seja de humanos, seja de animais. O bem que desejamos para nossa própria espécie não deveria excluir o bem para aquelas que, diante de nossa suposta superioridade, são totalmente indefesas e vulneráveis, ou seja, os animais não-humanos.

 CAVALOS: A VIAGEM DA MORTE


Não é preciso entender italiano para entender o que o vídeo mostra.

http://mediacenter.corriere.it/MediaCenter/action/player?uuid=0886f9f4-d952-11dc-8c3c-0003ba99c667

Os cavalos são oriundos da Espanha e transportados até a Itália, o
país que mais consome carne de cavalo em todo o mundo. São 2000 mil
quilômetros que podem durar até 36 horas sem parada, sem descanso, com
pouca água e praticamente nenhuma comida. Acostumados a pastarem
livres nas colinas da Catalunha, são obrigados a fazer uma viagem dentro de um pequeno caminhão onde não há nenhum espaço para se deitar.
O sofrimento a que os cavalos são submetidos é inaceitável e todos
temos o dever moral de fazer algo por tais criaturas de espírito livre.
 
CARNE DE CAVALO É CRUELDADE.

Nós, como ativistas pelos direitos animais, entendemos que nenhum
animal deva ser submetido a tanta crueldade por uma falsa necessidade de se comer carne.

REPASSE ESSE VÍDEO PARA O MAIOR NUMERO DE PESSOAS.

Reportagem completa em italiano:

http://www.corriere.it/animali/08_febbraio_12/trasporto_cavalli_italia_spagna_f98b81f0-d946-11dc-8c3c-0003ba99c667.shtml

 LEIA O TEXTO:
 
Cavalos - vida e morte repletos de sofrimento
PAULA BRUGGER

"O Brasil é o 5º maior exportador mundial de carne de cavalo e tem a
2ª maior tropa eqüina do mundo, com 5,9 milhões de cabeças. Em 2005, o
Brasil exportou US$ 64,1 milhões em carne eqüina para países como
Bélgica, Holanda, Itália, Japão, França, Austrália e Finlândia.
Embarcada sob a forma de enlatados, a carne serve ao consumo de
animais domésticos, mas também são produzidos cortes especiais para
consumo humano. Há, no Brasil, sete grandes abatedouros exclusivos de
cavalos, todos multinacionais. A indústria frigorífica movimenta R$ 80
milhões no país e emprega mil pessoas". Essa notícia, publicada no
jornal Valor Econômico (1), nos dá um bom panorama da indústria da
carne de cavalo no Brasil e é oportuna para abrir a discussão sobre o tema.

MATADOUROS DE CAVALOS E OUTRAS ATROCIDADES.

Há alguns anos a imprensa noticiou a crueldade presente em alguns
matadouros de cavalos, causando comoção nacional: 12 horas antes do
abate eles eram privados de água e alimento, para amaciar a carne;
eram conduzidos molhados a um corredor e dali tangidos com choques
elétricos de 240 volts; a seguir tomavam uma pancada na cabeça e
tinham suas patas cortadas com machado, tesoura grande ou serra, de
forma a esgotar todo o sangue. Os animais, ainda vivos e com esses
ferimentos terríveis, eram colocados em uma estufa para suar e com
isso eliminar o "mal educado" cheiro de cavalo de sua carne (2).
Imagens que respaldam, pelo menos em parte, tais denúncias aparecem no
documentário "Vida de cavalo", do Instituto Nina Rosa, e na Internet
(3).
Durante quase duas semanas essas imagens horrendas povoaram os
pesadelos de muitos de nós, o que nos levou a entrar em contato por
e-mail com um desses abatedouros. O teor dos três e-mails enviados, o
primeiro em 08 de março desse ano, foi o seguinte: "Gostaríamos de
saber a procedência da carne dos eqüídeos que são abatidos (por
exemplo, são criados para este fim ou são provenientes de veículos de
tração animal, fazendas, equitação, etc) e qual método é usado no
abate - sobretudo o processo de insensibilização?"; Até o momento não
houve resposta.
Tudo isso só aumenta a nossa angústia, pois a lei nº 7.291, de
19/12/1984, que regulamenta as atividades da eqüideocultura no Brasil,
tampouco é esclarecedora no que tange ao abate (capítulo V). Seus dois
artigos - baseados numa razão totalmente instrumental e
antropocêntrica - limitam-se tão-somente a assegurar o máximo proveito
dos produtos que resultam do abate dos pobres animais, tais como
fiscalização para garantir a qualidade da carne, em termos sanitários,
e a não extinção dos rebanhos. Não há preocupação alguma com os
animais, nem sequer quanto ao bem-estar.
 
Outros assassinatos de eqüídeos ocorrem em nosso país e no resto do
mundo. Um caso triste e bem conhecido é o dos cavalos selvagens de
Dartmoor e New Forest, no Reino Unido. Mas não precisamos ir longe. Em
2003 centenas de jegues foram mortos em Quixeramobim, no estado do
Ceará, a golpes de pá, porque sua grande população estava supostamente
atrapalhando o trânsito nas estradas. Esses indefesos animais, que por longo tempo foram úteis bestas de carga, são agora eliminados como objetos obsoletos, mortos de uma forma cruel que prioriza soluções de baixo custo em detrimento de um mínimo de bem-estar para os animais.
Os jegues também são abatidos para virar comida.

Se a própria lei é omissa no que tange à forma como os animais devem
ser abatidos em estabelecimentos oficiais ( embora isso não os isente
de observância à lei 9.605/98 e ao artigo 225 da Constituição), o que
esperar de matadouros clandestinos? Em uma operação realizada pelo
Ministério Público e outras instituições (em 23/09/05), foram
apreendidos cerca de 500 kg de carne de cavalo proveniente de um
matadouro em Bicas - MG, no qual duas agendas com diversos nomes e
endereços de restaurantes de Juiz de Fora foram encontradas. Durante a
fiscalização em um deles, foram achados 3 kg de carne moída com as
mesmas características do produto que estava no matadouro (4).

Como morrem os animais, em lugares assim? De uma forma ou de outra, os
animais que abatemos para consumo imploram por suas vidas nos
corredores da morte, seja em relativo silêncio, ou fazendo uso de suas
vozes, de suas formas de expressão: relinchos, grunhidos, cacarejos.
Raramente alguém pensa que, em sua condição de seres sencientes, os
animais experimentam basicamente as mesmas emoções que nós, tais como
ansiedade, angústia e mesmo pavor.
 
Talvez seja até pior para eles, pois é possível que seus órgãos dos
sentidos, mais refinados que os nossos em muitos aspectos, lhes dêem
uma noção ainda mais aterradora sobre seu imediato porvir. Eles não
entendem porque isso - uma morte cruel - lhes sucede. E talvez se
perguntem: O que está acontecendo? E por quê?


Paula Brügger
é professora do Departamento de Ecologia e Zoologia da
Universidade Federal de Santa Catarina. É graduada em Ciências
Biológicas com especialização em Hidroecologia, Mestra em Educação e
Doutora em "Sociedade e Meio Ambiente". Atua na defesa dos animais e
do meio ambiente e auxiliou diversas vezes o Ministério Público
Federal na luta contra projetos de pseudo desenvolvimento que promovem
exclusão social e a destruição da natureza. É autora dos livros
"Educação ou adestramento ambiental?", em 3ª edição, e "Amigo Animal
- reflexões interdisciplinares sobre educação e meio ambiente:
animais, ética, dieta, saúde, paradigmas. Coordena o projeto de
educação ambiental "Amigo Animal", oferecido para escolas das redes
municipal como tema transversal. Coordena o Dep. De Meio Ambiente da
Sociedade Vegetariana Brasileira.

(1) Valor Econômico; 19/07/06; veja também "Na mesa, o bife de
cavalo"; O Globo – RJ; 19/10/2005)
(2): (http://quatropatasecia.chbr.net/p/informativo/informacoes/holocausto.htm)
(3): http://www.floraisecia.com.br. Clicar em Rildo Silveira Ppss –"matadouros de cavalos".
(4): "Carne de cavalo foi vendida a restaurantes de JF";
www.acessa.com; (23/09/05)

 

Leia, antes dos comunistas chineses acabar com o Tibet


Budismo Tibetano - Porque meditar

Enviado por: "Sabina Vanderlei" sabinavanderlei@gmail.com   sabinavanderlei


O budismo tibetano tem desenvolvido um sistema filosófico e meditacional próprio, dentro de uma tradição milenar que se ampliou na Índia antiga como Buda Shakyamuni, cerca de 2600 anos atrás e que foi passada secretamente (linguagem soçobrada) de Mestre a Discípulo de forma exclusivamente oral, gestual (mudras) e meditativa (tântrica).

Tal conhecimento, portanto, mesmo que esteja muito parcialmente disseminado em livros, carece da explicação dos Mestres e do desenvolvimento orientado para a sutileza mental que se deve adquirir em contato com estes Mestres, sem a qual, estes textos tornam-se de muito difícil ou quase impossível compreensão (herméticos).

Os tantras, como desde então são conhecidos, tem como base a meditação, mas não apenas a meditação e estão para além de qualquer explicação racional ou entendimento da mente dual, tendo sido passados a alguns discípulos escolhidos do Buda pelo próprio Buda, secretamente, em linhagem que se mantém ininterrupta, e que perdura até os dias atuais, com o propósito de levar o ser humano à liberação do sofrimento e ao atingimento do estado de Buda (iluminação) de maneira rápida - em apenas alguns renascimentos, ou mesmo em apenas uma vida, para os Discípulos dotados de extraordinária habilidade e perseverança.

De tal forma que, cada Mestre tântrico devidamente qualificado da linhagem conhece toda a sua linhagem anterior até o Buda Shakuyamuni e é capaz de enumerá-la sem erro.
Tal estado mental, ao ser atingido, faz cessar todo o karma e os subseqüentes sofrimentos ocasionados pela roda de renascimentos, dotando o ser do controle sobre tais fatores, como a escolha de onde, como e quando renascer, que o ser humano comum não possui.

Tais Mestres costumam predizer onde, quando e como irão renascer e isso é confirmado em testes severos e sem margem de erro, presenciados por muitas pessoas simultaneamente.

A característica principal desta linhagem é que ela nunca foi quebrada ao longo de todos estes milênios, e assim, não é produto de apenas um homem ou indivíduo isolado, mas de sociedades inteiras ( da Índia antiga, Tibet e anteriores ) por milhares de anos engajadas em atingir a iluminação pelos métodos meditacionais e tântricos.

Trata-se do mais alto entendimento sobre a vida e a morte, o karma e os renascimentos, capaz de liberar o homem destes grilhões, possibilitando que venha a escolher onde e quando renascer, produto final da elaboração filosófica e meditacional de milhões de seres altamente filosóficos, em uma cadeia contínua de conhecimento secreta por milhares de anos, sem interrupção por guerras ou catástrofes naturais e que só agora, após a invasão do Tibet pelos chineses, na década de 50, chega plenamente ao Ocidente através de seus Mestres ou Gurús.

Estes seres estudaram cuidadosamente a produção dos sonhos, a consciência do acordar nos sonhos, sua relação com a morte e demais estados meditativos. Estudaram também todos os tipos de yogas, ciências médicas e astrológicas e filosofias antigas imagináveis.
Além disso, muitos destes Mestres costumavam morrer narrando tudo o que lhes acontecia, até onde fosse possível, desenvolveu-se assim um extensíssimo conhecimento sobre o sofrimento e a dor, sua supressão, e sobre os estados próximos da morte, após a morte e sobre o renascimento.

E digno de nota, que em quase nenhuma parte do mundo na história, ocorreu esta continuidade de desenvolvimento mental pacífico a não ser no Tibet, preservado por seu clima gélido e pela natureza pacífica de seus habitantes, por milhares de anos.

Em outros locais as guerras jamais permitiram tal continuidade.
Milhares de anos de paz quase ininterrupta, tornaram possível e conduziram ao pleno desabrochar desta vertente tântrica do Buda.

Tal como ocorre com o conhecimento científico atual, um só homem isoladamente não poderia ser dotado desta visão todo abrangente a não ser que fosse um homem extraordinariamente dotado e pudesse romper as malhas da dualidade mental.

O budismo tibetano tem desenvolvido um sistema filosófico e meditacional próprio, dentro de uma tradição milenar que se ampliou na Índia antiga com o Buda Shakyamuni, cerca de 2600 anos atrás e que foi passada secretamente (linguagem sussurrada) de Mestre a Discípulo de forma exclusivamente oral, gestual e meditativa (tântrica).

Tal conhecimento, portanto, mesmo que esteja parcialmente disseminado em livros, carece da explicação e contato direto com os Mestres qualificados e do desenvolvimento orientado da sutileza mental que se adquire em contato com estes Mestres, sem a qual, torna-se de muito difícil ou quase impossível compreensão (hermético).

Além disso, existe a passagem em algum ponto da mente do Mestre para a do Discípulo diretamente, "abrindo " o seu conhecimento ao absoluto, o que é conhecido como Dzogchen e/ou Mahamudra, fato desconhecido pela ciência atual, mas muito conhecido pelos tibetanos e habitantes da índia antiga.
Tal tradição permanece muito viva nos dias de hoje. Os tantras, como desde então são conhecidos, tem como base a meditação, mas não apenas a meditação, e estão para além de qualquer explicação racional ou entendimento dual, tendo sido passados a alguns discípulos escolhidos do Buda pelo próprio Buda, secretamente, em linhagem que se mantém ininterrupta, e que perdura até os dias atuais, com o propósito de levar o ser humano à liberação do sofrimento e ao atingimento do estado de Buda (iluminação ) de maneira rápida - em apenas algumas encarnações, ou mesmo em apenas uma vida, para os Discípulos dotados de extraordinária habilidade e perseverança.
De tal forma que, cada Mestre tântrico devidamente qualificado conhece toda a sua linhagem anterior até o Buda Shakuyamuni e é capaz de enumerá-la sem erro.

Este estado mental, ao ser atingido, faz cessar todo o karma e os subseqüentes sofrimentos ocasionados pela roda de renascimentos, dotando o ser do controle sobre tais fatores, como a escolha de onde, como e quando renascer, que o ser humano comum não possui.
A característica principal desta linhagem é que ela nunca foi quebrada ao longo de todos estes milênios, e assim, não é produto de apenas um homem ou indivíduo isolado, mas de sociedades inteiras (Índia antiga, China,Tibet etc, e anteriores) por milhares de anos engajadas em atingir a iluminação pelos métodos meditacionais e tântricos.

Trata-se do mais alto entendimento sobre a vida e a morte, o karma e os renascimentos, capaz de liberar o homem destes grilhões, possibilitando que venha a escolher onde e quando renascer, produto da elaboração filosófica e meditacional de milhões de seres altamente filosóficos, em uma cadeia contínua de conhecimento secreta por milhares de anos, sem interrupção por guerras ou catástrofes naturais e que só após a invasão do Tibet pelos chineses, na década de 50, chegou plenamente ao Ocidente através de seus Mestres, Professores ou Gurús.
E digno de nota, que em quase nenhuma parte do mundo na história, entretanto, ocorreu esta continuidade de desenvolvimento pacífico milenar a não ser no Tibet, preservado por seu clima gélido e pela natureza pacifista de seus habitantes, por milhares de anos.

Mesmo na China e na Índia, inúmeras guerras devastaram a continuidade do conhecimento filosófico.
Estes milhares de anos de paz quase ininterrupta, no Tibet, é que tornaram possível e conduziram ao pleno desabrochar até hoje, desta vertente tântrica do Budismo.

Tal como ocorre com o conhecimento científico atual, um só homem isoladamente não o poderia concentrar todo em si.

Nem tampouco descobrir esta visão todo abrangente, a não ser que fosse um homem extraordinariamente dotado desde remotos nascimentos e que fosse ensinado por um destes, dado que as dificuldades para atingir tal caminho sozinho, o que requereu do Buda original milhões de anos e muitas vidas de treinamento e inúmeros sacrifícios ( inclusive do próprio corpo, muitas vezes repetidas) para ser atingido.


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A Ocupação Chinesa do Tibet
O Dalai Lama luta pela soberania e liberdade de sua nação. Mas será a realidade de um Tibet independente uma mera ilusão?

O Tibet, tendo sido invadido pela China, permanece sob ocupação chinesa há mais de 40 anos. O líder político e espiritual do Tibet, o Dalai Lama, foi exilado de seu país, mas continua lutando – de forma puramente pacífica – para libertar sua nação do domínio chinês. Apesar da ocupação chinesa, o povo tibetano faz grandes sacrifícios para preservar sua cultura e religião.
Clicando AQUI, você irá aprender sobre a ocupação chinesa do Tibet e sobre a luta do povo tibetano que almeja liberdade política e religiosa.

"A Invenção de Orfeu", de Jorge de Lima

O alagoano Jorge de Lima cumpriu um prodígio. Sua última obra, Invenção de Orfeu, publicada um ano antes de falecer, em 1952, até hoje é um enigma aos leitores e críticos, que se debatem em hipóteses e subterrâneos para entender seu longo poema de dez cantos. O escritor não facilitou o caminho para ninguém, criou um hipertexto lírico a inaugurar a pós-modernidade as trevas na poesia brasileira.

O desafio novamente está posto. A editora Record recoloca Invenção de Orfeu (430 páginas) nas prateleiras, depois da obra ficar vinte anos fora de catálogo. A resistência ao livro, ainda culto de iniciados, deve-se ao predomínio de uma crítica realista no Brasil, que enfatizou a cotidianização da linguagem e o apelo ao engajamento social e à compreensão estrutural da realidade. Jorge de Lima, adepto da transcendência, ficou de fora do panteão dos clássicos. Aliás, é de se preocupar o medo que a crítica tem de "Deus" na poesia. Parece que o ateísmo virou, de modo equivocado, sinônimo de boa literatura. Cecília Meireles somente agora está sendo redescoberta (graças inclusive à acurada leitura de Ítalo Morriconi em sua antologia de cem melhores poemas), Augusto Frederico Schmidt desapareceu completamente das livrarias, Murilo Mendes sobreviveu em função do experimentalismo de Convergência, mas pagou alto o preço de seu catolicismo e de seu projeto que buscava restaurar a poesia em Cristo, ao lado do próprio Jorge de Lima, seu parceiro do livro Tempo e Eternidade (1935). A tradição ibérica, barroca e religiosa foi catalogada como uma ramificação secundária quando, na verdade, é o tronco da literatura do país. Falsearam a história literária? É certo que o cânone seria outro, se uma produção inconsciente e mística tivesse chance de ser lida e discutida.

Jorge de Lima era considerado por Mário Faustino "um pequeno poeta maior", mas o "nosso único poeta maior". Invenção de Orfeu se constitui em o poema mais ambicioso da literatura brasileira, cosmogonia dotada dos mais altos vôos e das piores quedas. Magnus opus do autor ou fenomenologia do ser ("como conhecer as coisas, senão sendo-as"), relata a trajetória de um "barão assinalado, sem brasão, sem gume e fama" que relembra seus dias de aventura desde a fundação da ilha (metáfora do Brasil, arquipélago infernal onde permaneciam os heróis gregos) até o apocalipse final. O livro é um épico subjetivo, o que já era uma novidade na época. Pois todo épico pressupõe objetividade e Jorge de Lima não sustenta a linearidade, impregnando sua escrita de ecos, comparações, citações e uma trepidação nervosa que funde passado, presente e futuro no mesmo tom dramático. Não tem a segurança da narração, característica do épico, que tudo observa e julga, porém a insegurança de quem se descobre réu de sua história. Assim como não existe um tempo histórico, e sim um tempo ininterrupto de linguagem. Apesar do tema único, a obra não revela uma unidade. É um emaranhado de planos e interfaces, que ora se perfazem, ora se repelem. O manto lingüístico funciona como uma feitiçaria verbal, um fluxo de consciência, onde a "voz poética" não tem direito às censuras e mentiras, às fugas e evasões, vivendo um estado de permanente verdade, confissão e delírio febril. "Para unidade deste poema,/ ele vai durante a febre,/ ele se mescla e se amealha,/ e por vezes se devassa".

É pouco estudada a relação de Jorge de Lima pintor, premiado com menções no Salão Nacional de Belas Artes e na 1ª Bienal de São Paulo, com Jorge de Lima poeta. A natureza polifônica de Invenção de Orfeu talvez resida nesse cruzamento de técnicas. A pintura em pânico, seu álbum de fotomontagens de 1943, revela o processo de Invenção de Orfeu. A colagem é a marca de um trabalho surrealista que mistura o sagrado e o profano, o vulgar e a erudição, em camadas sobrepostas de oratória. Uma medusa que aponta para todos os lados. Longe de um texto hierárquico, denota uma poesia convulsionada, que esconde, distorce e deforma, rica em signos, símbolos e excertos de diversas fontes em uma viagem sem volta. O crítico capixaba Luiz Busatto teve a clarividência de exceção e desvendou parte do segredo da intertextualidade, em Montagem em Invenção de Orfeu (1978). Jorge de Lima parafraseia, sem aspas, e edita trechos inteiros da Divina Comédia, de Dante, do Paraíso perdido, de John Milton, d'Os Lusíadas, de Luís Camões, e de Eneida e Geórgicas, de Virgílio. Desenraiza as identidades dos fragmentos, altera o chassi e raspa a numeração. Invenção de Orfeu pode ser visto como um cemitério de carros roubados.

Tal palimpsesto e com um ímpeto de transgressão modernista, Jorge de Lima reescreve sobre um texto clássico, introduzindo pequenas diferenças e paralelos e espelhando cada vez mais o fundo. Mais do que se pôr de igual para igual com seus mestres, reencarna-os na glosa. Um exemplo é a quadra de um dos mais belos sonetos do livro: "A garupa da vaca era palustre e bela,/ uma penugem havia em seu queixo formoso;/ e na fronte lunada onde ardia uma estrela/ pairava um pensamento em constante repouso." O trecho remete à Geórgicas III, de Virgílio, em tradução de Antônio Feliciano de Castilho, em que a descrição da vaca igualmente começa com sua beleza e termina com seu repouso. E o pior, a vaca virgiliana apresenta a pedra-de-toque do verso: a "fronte lunada".

Lima não empregou impunemente essas paráfrases em sua corrente sanguínea. As apropriações têm um claro desejo e objetivo. Invenção de Orfeu almeja ser a história espiritual da poesia do Ocidente. É o poeta, todos poetas em um (Dante, Camões, Virgílio, Homero, Ovídio, John Donne, Rimbaud, Gerard Manley Hopkins), que está em julgamento. "Éramos graves, éramos poetas", no "reino unido das abelhas, solo de ouro". Daí "o inventário do verso", como caracterizou Mário Faustino, utilizando várias formas poéticas como oitavas clássicas, tercetos e sextinas. Entre os mistérios da morte e a efusão da infância, evoca os círculos do inferno e do paraíso, monstros e bestas, reinventa mitos como Inês de Castro. Poesia dentro de poesia, metalinguagem em estado puro. Um testamento coletivo, a biografia de uma fé. O poeta pede perdão em sua derradeira obra. Insinua que o verbo não salva, condena. O escritor seria um condenado. Invenção de Orfeu não é mesmo um épico, mas uma oração. Deus não escreve, tarefa confiada aos seus apóstolos. Somente Jorge de Lima poderia terminar seu livro com "Amém".

Nota do Editor
Fabrício Carpinejar é poeta, autor de sete livros: entre eles, Como no céu/Livro de visitas (2005), Cinco Marias (2004) e Caixa de Sapatos (2003). Este texto foi originalmente publicado no "Caderno Fim de Semana", da Gazeta Mercantil, e reproduzido aqui com sua autorização.

A embriaguez e o direito fundamental


Filósofo defende o direito de ficar bêbado
"A embriaguez é um direito humano fundamental", diz Javier Esteban

Por Víctor-M. Amela

Tenho 42 anos. Nasci e vivo em Madri.
Licenciado em Filosofia e Direito, dirijo a revista universitária "Geração XXI".
Sou casado e tenho duas filhas, Alma (10) e Sol (8). Sou um excêntrico de centro.
Sou sufi: caminho para onde caminha o amor. O poder combate a embriaguez.

A entrevista:

LV - O que é a embriaguez?
Esteban - Uma expansão da consciência que descortina os véus que ocultam a realidade.

LV - Desde quando ela existe?
Esteban - Desde sempre. Até os animais se drogam com substâncias naturais, com frutos fermentados... Formigas, cabras, pássaros, macacos... Todos se extasiam e brincam!

LV - Então nós somos como os animais?
Esteban - Não, eles agem por um determinismo instintivo, mas nós temos liberdade! Liberdade para a embriaguez. Liberdade para experimentar com a nossa consciência.

LV - Liberdade para nos drogarmos?
Esteban - É o uso dessa liberdade que nos torna humanos! O direito à embriaguez,portanto, é um direito humano fundamental. "Que ninguém venha me dizer quantos copos de vinho eu posso beber", disse Aznar. Ele tem razão. Mas com certeza a droga favorita dele é o poder, como a de Zapatero...
Esteban me contou que uma experiência lisérgica na mata lhe revelou que os pássaros e as abelhas trançavam, em uníssono, uma dança que escrevia no ar a expressão árabe Ilaha Ilalah (não há mais realidade além da realidade). Caídos os véus, a realidade era uma plenitude na qual não havia diferença
entre ele e o mundo, uma experiência de simplicidade amorosa.
Depois disso, Javier Esteban escreveu "O Direito à Embriaguez" ('El derecho a la ebriedad', Editora Amargord), um panfleto em defesa do direito que as legislações feitas durante o século 20 consideram um perigo. Esteban insiste:
"Não defendo as drogas, mas sim o arroubo, o êxtase, a embriaguez a que toda consciência tem direito".
Esse estado ao que o místico chega sem precisar de nenhuma droga.

MÍSTICOS

LV - Nem Zapatero nem Rajoy nunca fumaram nem um baseado, conforme declararam.
Esteban - Por uma questão de geração, custa-me crer que Zapatero nunca tenha experimentado um baseado. É como se o pai dele nunca tivesse provado um copo de vinho!

LV - Quem é que coíbe o direito humano à embriaguez, em sua opinião?
Esteban - A Igreja católica e o Estado (igreja laica), que querem fiscalizar a nossa consciência.

LV - Castigando os motoristas bêbados?
Esteban - Não, eu não me oponho a sancionar as condutas que são perigosaspara terceiros. Mas critico o fato de que estão boicotando o autocontrole que temos de nossa consciência.

LV - Desde quando isso acontece?
Esteban - Começou com a destruição do templo grego de Eleusis, no século 4 d.C.

LV - Agora você foi longe!
Esteban - Desde o ano de 1.500 a.C., no contexto dos mistérios eleusinos, acontecia um ritual de embriaguez que cada grego vivia uma vez na vida, e isso lhes abria as portas da consciência.

LV - Em que consistiam esses mistérios?
Esteban - Eram rituais que aconteciam à noite. Em comunhão coletiva, eles ingeriam um enteógeno.

LV - O que é um enteógeno?
Esteban - A palavra significa "deus existe dentro de mim".
É uma substância psicoativa capaz de induzir a uma experiência extática de unidade com o cosmos. Uma vivência da divindade.

LV - Que substância era ingerida em Eleusis?
Esteban - Uma sopa de cereal chamada "kikeon", que continha cornelho de centeio, um fungo com uma substância psicoativa idêntica ao LSD, o enteógeno mais poderoso conhecido.

LV - O que acontecia então?
Esteban - Cada um vivia a sua própria experiência de consciência expandida.
Símbolos eram mostrados e cenas eram representadas para guiar o indivíduo ao autoconhecimento.

LV - Era uma embriaguez ritualizada?
Esteban - Sim, fazia parte do sistema, em benefício da livre consciência decada indivíduo. Isso foi varrido, destruído. Hoje sentimos falta disso, e nossos jovens, ignorantes, acabam causando danos a si mesmos em suas
irrefreáveis tentativas de embriaguez.

LV - Quem destruiu esse ritual?
Esteban - Os bárbaros e os monges cristãos nestorianos, no século 4 d.C. A cultura ocidental ficou sem referência de embriaguez.

LV - Temos o vinho, o álcool...
Esteban - Não são enteógenos, são muletas úteis para nossas vidas insatisfatórias, escravizadas pelo rendimento econômico. E, em vez de expandir a consciência, a deixam turva.

LV - Um pouco de álcool pode cair muito bem.
Esteban - A verdade é que o veneno está na dose, como diziam os gregos.

LV - Que personagens ilustres sabiam disso?
Esteban - Toda a obra de Platão é uma crônica de embriaguez!
Aqueles filósofos, assim como os xamãs, chegavam ao êxtase, assim também como os druidas e depois as bruxas, ou até mesmo os místicos, ébrios sem substâncias, que tanto inquietaram a Igreja.
O poder estabelecido sempre combateu essas pessoas!

LV - Por que motivo?
Esteban - Não há nada mais dissolvente que o livre acesso à própria consciência! Por isso Nixon arremeteu contra os profetas do LSD (Hoffman, Junger, Michaux, Wason, Huxley, Kesey, Leary...), cujas experiências alimentaram o feminismo, a militância ecológica, o pacifismo, os direitos civis... Nixon declarou guerra à consciência: quando começou a guerra contra a droga, começou a grande catástrofe.

LV - Que catástrofe?
Esteban - Milhões de presos, dezenas de milhares de mortos, narcoditaduras, a terceira maior fonte de renda do mercado negro no mundo, camponeses com fome, multiplicação de politoxicomanias... A proibição da droga foi o maior erro do século 20!

LV - Você propõe eliminar a proibição?
Esteban - Por acaso a proibição evitou que nossas crianças estejam se metendo com drogas aos 13 anos de idade? Não! Pelo contrário: a proibição presenteia as máfias com um poder imenso.

LV - Um político colombiano já me disse isso...
Esteban - Muitos governantes já reconhecem o fracasso da praga proibicionista.

LV - Você faz a apologia das drogas?
Esteban - Das drogas não, mas da embriaguez. Qualquer pessoa maior de idade deveria poder consumir qualquer substância (com o limite único da liberdade de terceiros). E, veja só, Silicon Valley nasceu da embriaguez de pessoas como Bill Gates. Este sim admite que fumou alguns baseados!

LV - O que você diria a Zapatero?
Esteban - Que o direito à embriaguez é um direito inerente à liberdade de consciência, e que a lei deveria protegê-lo.

Cuidado com os advogados


Amit era um alto funcionário da corte do Rei Akbar.

Há muito tempo, nutria um desejo incontrolável de chupar os
voluptuosos seios da rainha até se fartar.

Todas as vezes que tentou, porém, deu-se mal. Um dia, ele revelou seu
desejo a Birbal, principal conselheiro e advogado do Rei, e pediu que
ele fizesse algo para ajudá-lo.

Birbal, depois de muito pensar, concordou, sob a condição de Amit lhe
pagar mil moedas de ouro, e ele aceitou o acordo.

No dia seguinte, Birbal preparou um líquido que causava comichões e
derramou no sutiã da rainha, que o deixara fora enquanto tomava banho.
Logo a coceira começou e aumentou de intensidade, deixando o rei
preocupado.

Médicos de todo o reino foram chamados, mas nada resolveu. Birbal
então disse ao Rei que apenas uma saliva especial, se aplicada por
quatro horas, curaria aquela espécie de coceira. Birbal também disse
que essa saliva só poderia ser encontrada na boca de Amit.

O Rei Akbar ficou muito feliz e então chamou Amit e ordenou-lhe o ato,
sob pena de que, se não o fizesse, seria decaptado.

Então pelas quatro horas seguintes Amit fartou-se em chupar à vontade
os suculentos e deliciosos peitões da rainha. Lambendo, mordendo,
apertando e passando a mão, fazendo o que sempre desejou.

Satisfeito, ele se encontrou depois com o advogado Birbal que queria
receber os honorários combinados. Com seu desejo plenamente realizado
e sua libido Satisfeita, Amit se recusou a pagar ao advogado e, ainda
por cima, o escorraçou e zombou de sua cara, pois sabia que, Birbal
nunca poderia contar o fato ao rei.

Mas Amit havia subestimado o Advogado Birbal.

No dia seguinte, por vingança, Birbal colocou o mesmo líquido na cueca do rei.

Moral da História : Você pode ficar devendo pro mundo inteiro, até pro
capeta! Mas nunca, nunca mesmo, pense em dever para um Advogado.

Vestindo Pensamentos IX

Diário de uma doméstica


Hoje de manhã eu fui à feira. Antes de sair, meu patrão me pediu para eu
trazer figo. Aí eu perguntei:
- Figo fruta ou bife de figo?
- O home ficou uma fera.

Gente fina, seu Adamastor, num ligo não.
Ele tem sistema nervoso. Também, com um emprego chato daqueles, vou te contar.
Ele é Fiscal da Receita. Deve ser um saco ficar conferindo receita de médico o dia inteiro.

Depois chegou o Adamastorzinho, o filho mais novo deles. Acabou de ganhar um carro todo equipado. Tem roda de maionese, farol de pilha, teto ensolarado e trio elétrico.
Não sei por que trio elétrico num carro deve ser porque ele gosta de música
baiana.

Ingrato esse Adamastorzinho.
Fiz a comida preferida dele e ele ainda me chamou de burra.
Eu disse a ele, toda boba, quando ele chegou:
- Adamastorzinho, adivinha a comida que eu fiz pra você?
- Qual Dircinéia?
- Começa com 'i'...
- I???
- É, iiiiiii!!!
- IIIII, num sei
- Pensa: iiiiiiiii...
- Huuuummm, desisto.
- Istrogonofi!!!

Aproveitando a ausência dos patrões, Dircinéia pega o telefone e fofoca com a amiga Craudete:
- Cê num sabe da úrtima? Eu discubri que aqui nessa mansão que eu trabaio é tudo fachada!
- Como assim, Dircinéia ? - pergunta a colega, confusa.
- Nada aqui é dos patrão ! Tudo é imprestado ! TUDO! Cê cridita numa coisa dessas ?
Óia só: a rôpa que o patrão usa é dum tal de Armani... a gravata é dum tal de Perre Cardine... os moveis são do tal Luis
quinzi, o carro é de uma tal de mercedes... nadica de nada é deles.
- Nooooossa, que pobreza!
- E além de pobre, eles são muito ixibidos, magina que ôtro dia eu escutei o 'patrão no telefone falano que tinha um Picasso
- E num tem?
- Que nada, fia... é piquinininho de dá dó!

SUA ALTEZA, O GATO

  • Quem mata um gato tem sete anos de atraso.
  • Solteiro que pisar rabo de gato não casa nos primeiros doze meses.
  • Gato transmite asma.
  • Engasgado, anuncia fome.
  • Gato preto é agouro ou felicidade.
  • Sendo de casa, para ele convergem os malefícios e deixa a família em paz.
  • Sendo estranho, está trazendo as desgraças alheias.
Assim pensam na Europa. Carlos I de Inglaterra tinha um gato preto como amuleto. Morreu o gato e o rei exclamou: - My luck is gone! E era verdade. It had. Next day he was arrested, informa Mr. Radford.
O barão do Rio Branco não os podia ver. Não há animal que tenha o maior número de suspeitas que o gato, companheiro amável ou hóspede intruso e detestado, também merecedor dos maiores elogios em prosa e verso de que existe notícia na espécie. Pintado pelos mestres, esculpido pelos grandes, imóvel em porcelana, marfim, ouro, prata, tornado amuleto, passeando nas pulseiras, colares, brincos, broches femininos, é modelo de uma Histoire des Chats (Paris, 1727), de Paradis de Moncrif, da Academia Francesa. A senhora Christabel Aberconway publicou (Londres, 1949), o A Dictionary of a Cats Lovers, com mais de duzentas biografias de amigos do felino, célebres em letras, artes, política, armas, economia. Cita apenas os mortos. Entre os vivos estavam Colette, La Gata, e o poeta T. S. Eliot, autor do Old Possun Book of Practical Cat. Félix Pacheco, Baudelaire e os Gatos (Rio de Janeiro, 1934), compendiara muita notícia literária sobre o assunto.
Tivemos mesmo uma famosa polêmica entre o brasileiro Tobias Monteiro, pelo gato, e o português Visconde de Santo Thirso, pelo cão. Sou pelo cachorro. Teluricamente. O povo não é realmente muito amigo do gato e sim da sua utilidade venatória, dedicada aos ratos. Senhorial, egoísta, esquivo, traiçoeiro, o gato é desdenhoso, fiel à casa e não ao proprietário. Ao conforto dos hábitos e nunca à pessoa que os proporciona. Mas é elegante, nervoso, magnético, incomparável nos gestos lentos, no espreguiçamento de odalisca entediada, nas graças sucessivas das atitudes originais e aristocráticas. Parece sempre superior ao dono da casa.
O brasileiro recebeu o gato do colonizador português e com ele as superstições. O português ama e teme o gato, numa ambivalência que o faz tratá-lo como a uma criança mimada ou divertir-se pondo-o dentro de um pote para partir às cacetadas ou pendurá-lo, vivo e miante, num alto do poste, numa vasilha sobre a crepitante fogueira nas tardes festivas do fim das colheitas. Nós temos o Gato no Pote, inseparável nas alegrias festeiras, fiéis ao tempo-velho.
Do Oriente, teve o português o respeito vagamente tenebroso ao gato. Viera com os orientais que se fixaram na Península Ibérica tantos séculos. Sua domesticação foi na África, entre os núbios. A presença no Egito não parece imediata, pois as primeiras dinastias não o tiveram. Mariette não encontrou desenhos de gatos nos túmulos de Sakara, 4500 anos antes de Cristo. Figuravam bois, asnos, cães, macacos, antílopes, gazelas, gansos, patos, cegonhas domésticas, pombas, galinhas da Numídia, as nossas guinés mas não camelos, girafas, elefantes, carneiros, galinhas e gatos.
Espalhou-se em tipos inumeráveis pelo Oriente e fez da China um centro de irradiação. Gregos e romanos não conheceram o gato e sua introdução mais viva na Europa é na Era Cristã. Essa é a lição dos mestres etnógrafos que não leram Aristófanes, na Festas de Ceres, 412 anos antes de Cristo, onde o gato era popular e já ladrão do jantar alheio, nas residências de Atenas. Dizem-no raro na Inglaterra do século X e sua popularidade na França é de meados do século XVI. A dispersão européia ter-se-ia verificado nos finais da Idade Média e multiplicado quando do ciclo das navegações, especialmente italianas. O português tê-lo-ia pelo árabe durante o domínio e também como carregamento de bicho raro em datas finais do século XV.
Não há vestígio pré-histórico europeu. Ausente das palafitas. Na Inglaterra deu, no século XVII, origem a lenda popular e querida do Whittington's cat. O herói tivera apenas um gato por herança e levara-o para terras infestadas pelos ratos e que desconheciam o gato. Fez fortuna. Voltou rico e foi Lorde Mayor de Londres. A lenda foi dispersa por quase toda a Europa, inclusive Escandinávia e Rússia. Popularíssimo se tornou o gato na França com o Maistre Chat ou Chat botté, publicado por Charles Perrault em 1697 e que nascera de um conto do Pentamerone de Giambattista Basile, Nápoles, 1634, mas anteriormente aproveitado o tema por Straparola, 1560, Piacevoli Notti. O conto é popular em Portugal de onde o tivemos, mas não tem grande repercussão na literatura oral brasileira. É uma estória lida e não ouvida. Ausente das nossas velhas coleções.
Sagrado no Egito e com presença veneranda, custando a vida de quem o matava mesmo acidentalmente. Incontáveis múmias de Gaillard et Daressy recensearam (Faune Momifiée de L'Ancienne Egypte, Le Cairo, 1905). Para curar a coqueluche que ele provoca, come-se o gato assado. Quando de mudança, o gato vai dentro de um saco, com azeite besuntado ao focinho para perder o rumo da casa antiga. Gato preto é sinônimo do Diabo. Nenhum santo o escolheu para companheiro. O indígena que adorou o cão, muito pouca simpatia teve pelo gato. O malandro carioca descobriu que o couro do gato era matéria-prima para cuíca e tamborim. "Mas veio o samba. E com o samba veio a cuíca. E para a cuíca, o malandro descobriu que o couro mais forte e mais harmônico é o do gato" (Orestes Barbosa, Samba, Rio de Janeiro, 1933). Noel Rosa aconselhava-o para o tamborim.
(CASCUDO, Luís da Câmara. Locuções tradicionais no Brasil)

segunda-feira, 17 de março de 2008

domingo, 16 de março de 2008

A SEMANA SANTA

A primeira celebração da Semana Santa foi em 1.682 pelos cristãos. Ela é uma das conclusões do Concílio de Nicéia, regido pelo Papa Silvestre I e
patrocinado pelo imperador Constantino, em 325 d.C, que determinou a doutrina da Igreja Católica, transformada em religião oficial do Império Romano. Desde então, festejam-se em oito dias a paixão, morte e ressurreição de Cristo.

Um decreto papal estabeleceu o Domingo da Ressurreição como a data mais importante do ano eclesiástico. Ele é celebrado sempre no domingo seguinte à
primeira lua cheia da primavera no Hemisfério Norte e do outono no Hemisfério Sul.

*Entenda os costumes da Semana Santa*

** Severino Vicente da Silva é professor de História Moderna do Departamento de História da UFPE e sócio da Cehila Brasil*
* Especial para o JC OnLine -
http://www2.uol.com.br/JC/sites/semanasanta2005/costumes.htm
*

A cada ano, os povos de tradição cultura cristã celebram uma semana a que chamam de Santa. Ela ocorre quarenta dias após os três dias dedicados aos festejos momescos e, por isso, muitos julgam que há uma relação direta entre os dois eventos. Relações existem, pois tais festividades estão ancoradas no calendário lunar, calendário comum dos povos mais antigos que festejavam a fertilidade da terra. Entretanto essa Semana Santa é, para os cristãos, a celebração do Mistério da Morte e Ressurreição de Jesus Cristo e isso não é decorrente dos festejos carnavalescos.

Inicialmente, os cristãos celebravam a Páscoa em apenas um dia e ocorria a cada domingo. Mas, já no século 2, eles passaram a escolher um domingo especial e, a cada ano, celebravam a Páscoa, ou seja, a Ressurreição de Jesus. Foi inevitável que fosse utilizado o período da Páscoa judaica, que ocorre no 14º dia do mês de Nisan. Considerando que Jesus ressuscitou no domingo, veio a se estabelecer que a Páscoa cristã é celebrada no primeiro domingo depois da primeira lua cheia da primavera.

No século 4, algumas comunidades cristãs passaram a vivenciar a paixão, a morte e a ressurreição, o que exigia três dias de celebração, consagrados à lembrança dos últimos dias da vida terrena de Jesus. Jerusalém, por ter sido o local desses acontecimentos, é que deu início a essa tradição seguida pelas demais igrejas. Assim a sexta-feira comemora especialmente a morte de Jesus, o sábado era o dia de luto e o domingo era a festa da ressurreição.

Na medida em que os cristãos cresciam em número, necessitaram de organizar e estabelecer datas para festa da Ressurreição. Assim ocorreu uma re-significaçã o daquela festividade, embora mantendo o seu sentido primeiro de libertação. Para os judeus, a Páscoa é a celebração da libertação da opressão a que estavam submetidos no Egito, de onde saíram sob a liderança
de Moisés; para os cristãos, a Páscoa celebra a libertação da opressão do pecado, uma vez que se sentiam resgatados pelo sacrifício de Jesus.

Com o passar dos tempos, os cristãos foram estabelecendo rituais objetivando tornar acessível a todos, através de gestos litúrgicos, o sentido daquele tríduo que se transformou em uma semana com a introdução da celebração do Domingo de Ramos, por volta do século 4. Essa festa foi se tornando uma das mais populares do catolicismo e, em torno daqueles ramos empunhados pelos fiéis em procissão, tem surgido uma infinidade de pequenas crendices, como a sua utilização para a feitura de chás curativos. Em algumas regiões esses ramos ressequidos durante o ano são utilizados para a produção da cinza que é posta na fronte dos fiéis na quarta-feira que encerra o carnaval, a quarta-feira de cinzas, e dá início à Quaresma.

Ao longo da Idade Média, a Semana Santa foi acrescida de novos rituais. Um desses foi a cerimônia do Lava Pés que ocorre na quinta feira à tarde. É a teatralização de um acontecido durante a Ceia de Páscoa, que Jesus celebrou com os seus seguidores mais próximos, uma experiência didático-pedagógica para aqueles que não tinham acesso aos escritos evangélicos. Por seu aspecto visual e dramático, adequou-se ao gosto popular e vem se tornando mais importante do que as reflexões que os cristãos devem fazer naquela ocasião.

No período medieval, surgiu um outro ritual, a espoliação do altar, ou seja,a retirada das toalhas e utensílios que foram utilizados, e as hóstias são transladadas para um altar lateral onde podem ser veneradas. Esse rito é uma alegoria do fato de que, na antiguidade, quando ainda não havia os templos, a cada celebração, eram postas antes e retiradas após a cerimônia, as toalhas sobre a mesa que servia como altar.

Um outro ritual, que também ocorre na quinta-feira, este pela manhã, é a missa da Bênção dos Óleos, utilizada para representar a unidade do clero em torno do bispo local, ao mesmo tempo em que demonstra a sua catolicidade. Os ritos da sexta-feira comemoram a morte de Jesus. Nesse dia, não ocorre a celebração da missa, apenas são feitas leituras e a adoração da cruz.

No ritual católico, a grande festa é o Domingo, mas a população entende a missa de vigília, que começa à meia-noite do sábado como Sábado de Aleluia, ou seja, o sábado de alegria. No ritual dessa cerimônia, um momento de expressiva beleza é a cerimônia da bênção do fogo, que não tem origem clara, mas possivelmente é um ritual pagão que deve ter sido introduzido após a conversão dos celtas. Após a bênção do fogo será aceso o Círio Pascal.

Sexóloga tolerância zero


 
 
A sexóloga responde:


01 - Tenho 20 anos e não transei ainda porque gostaria que a 1ª vez fosse com um namorado fixo. O que você acha?
R: Minha 1ª vez também foi com um namorado fixo. Eu o amarrei na cama.

02 - O que fazer para surpreender um namorado tímido na primeira noite?
R: Apareça com um amante.

03 - Tenho um amigo que quer fazer sexo comigo, mas ele tem um pênis de 24cm. Acho que vai ser doloroso, o que faço?
R: Manda pra cá que eu testo pra você.

04 - Como faço para seduzir o rapaz que eu amo?
R: Tire a roupa! Se ele não te agarrar, cai fora que é gay.

05 - Terminei com meu ex porque ele é muito galinha e agora estou com outro. Mas ainda gosto do ex e às vezes ainda fico com ele! O que devo fazer?
R: Quem é mesmo galinha nesta história?

06 - Quero saber como enlouquecer meu namorado só nas preliminares.
R: Diga no ouvidinho dele: 'minha menstruação está atrasada...'

07 - Como usar a criatividade em uma transa no banheiro?
R: Já tentou um desentupidor de pia?

08 - Saí com um gatinho e foi ótimo. Só que agora fico com o maior medo de ligar pra ele. Será que devo?
R: Depende: o gatinho sabe cagar na caixa de areia?

09 - Sou feia, pobre e chata. O que devo fazer para alguém gostar de mim?
R: Ficar bonita, rica e ser legal. Obviamente.

10 - O cara com quem estou saindo é muito legal, mas está dando sinais de ser alcoólatra. O que eu faço?
R: Não deixe ele dirigir.

11 - Por que, na hora do sexo, quando a gente está no vai e vem, na hora em que o corpo entra em atrito e faz aquele barulho de quem está batendo palmas, a gente fica mais excitado?
R: É porque parece que tem torcida, tá ligado? Da próxima vez grite pra galera.

12 - Apesar do meu tamanho, eu tenho apenas 13 anos de idade e não tenho uma cara propriamente linda. O que fazer para conseguir comer umas gatas.
R: Nesta idade você tem que comer Sucrilhos, entende?

13 - Tenho 28 anos e sou virgem, não agüento mais esta situação. Como mudá-la o mais rápido possível?
R: Está em Porto Alegre? Vai na Voluntários da Pátria e leve uns 30 reais. Caso contrário trate de virar líder da LOC ou do MST.

14 - Sou virgem e rolou, pela primeira vez de fazer sexo oral. Terminei engolindo o negócio e quero saber se corro o risco de ficar grávida. Estou desesperada!
R: Claro que corre o risco de ficar grávida. E a criança vai sair pelo seu ouvido.

15 - A primeira vez dói? Tenho 21 anos e ainda não transei porque tenho medo de doer e não agüentar.
R: Dói tanto que você vai ficar em coma e NUNCA mais vai levantar. Vê se deixa de ser fresca, e dá de uma vez, ô Cinderela!!!

16- Posso tomar anticoncepcional com diarréia?
R: Eu tomo com água, mas a opção é sua. Espero que use copo descartável.

Vestindo Pensamentos X

O gatinho de Pavarotti

Escultura sobre ovos


Quem souber o nome do artista, favor me informar

Alá é graande

Elefantes se embriagam, derrubam poste e morrem eletrocutados


Nova Délhi, 23 out (EFE).- Pelo menos seis elefantes asiáticos, entre eles três filhotes, morreram eletrocutados depois de se embriagarem com cerveja e baterem em cabos de alta tensão no nordeste da Índia, informou hoje uma fonte oficial.

O incidente aconteceu neste domingo, no povoado de Chandan Nukat.Uma manada de cerca de 40 elefantes bebeu por engano a cerveja de arroz preparada pelas tribos da região de Meghalaya. Em seguida, eles começaram a correr pelos arrozais."

Um dos elefantes tentou esfregar o lombo num poste elétrico, que não resistiu ao seu peso e caiu. O animal, então, sofreu um contato direto com o cabo de alta tensão", disse o ativista Dipu Marak, em declarações à agência indiana "Ians".

Várias testemunhas e funcionários disseram que viram o elefante, um macho adulto, retorcendo-se de dor e barrindo. O som atraiu vários outros, que sofreram o mesmo destino.
"Era patético ver a um elefante atrás do outro se electrocutando diante de nossos olhos. Morreram seis no total, inclusive três filhotes", disse um ancião do povoado, T. Sangma."Mais elefantes poderiam ter morrido. Mas alguns dos aldeões conseguiram afastar do cabo o resto da manada", acrescentou.

Nos últimos meses, houve vários casos de elefantes causando danos em áreas de Meghalaya e na região vizinha de Assam, especialmente nos povoados onde as tribos elaboram cerveja de arroz, disse à "Ians" o especialista Kushal Konwar Sharma.

Os elefantes embriagados se enfurecem com facilidade e destroem choças e celeiros, além de atacar os habitantes das aldeias.

O aumento de ataques contra pessoas também se deve, segundo os especialistas, ao fato de que seu habitat está cada vez mais ameaçado pelas atividades humanas. Na região de Assam, os elefantes mataram 239 pessoas nos últimos cinco anos. No mesmo período, 265 deles morreram, a maioria vítima de atos de vingança de humanos.

Assam e Meghalaya têm cerca de 6 mil elefantes asiáticos.

Vestindo Pensamentos VIII

No dia das crianças


Ou: O Poder do Marketing

Duas crianças de oito anos conversam no quarto.
O menino perguntou para a menina:
- O que você vai pedir no dia das crianças?
- Eu vou pedir uma Barbie, e você?
- Eu vou pedir um O.B.! -responde o menino.
- O.B.?! O que é isso ?!
- Nem imagino ... mas na televisão dizem que com O.B. a gente pode ir a praia todos os dias, andar de bicicleta, andar acavalo, dançar, ir ao clube, correr, fazer um montão de coisas legais, e o melhor...
sem que ninguém perceba.

sábado, 15 de março de 2008

Religião é Opção...


Num banquete, botaram um padre católico sentado ao lado de um rabino judeu. O padre, querendo gozar o rabino, enche o prato com pedaços de um suculento leitão e depois oferece para o 'colega'.

O rabino recusa, dizendo:
- Muito obrigado, mas...não sabe que a minha religião não permite a carne de porco?

- Noooossa! Que religião esquisita! Comer leitão é uma delííícia! - Comenta o padre com ironia.

Na hora da despedida, o rabino chega e diz para o padre:
- Mande minhas recomendações a sua mulher!

E o padre, horrorizado:
- Minha mulher? Não sabe que a minha religião não permite
casamento de sacerdotes?

- Noooossa! Que religião esquisita! Comer mulher é uma delííícia!!!.... mas, se você prefere leitão....!!!
Fazer o que?

Vestindo Pensamentos VI

quarta-feira, 12 de março de 2008

Meu filho é gay

Três amigos estão sentados no bar conversando, quando um deles diz:
- Meu filho está muito bem! É um grande construtor e acaba de dar uma casa de presente para um amigo.
O segundo emenda:
- Já o meu garoto é um gênio! Dono de várias concessionárias, deu uma Mercedes zerinho pro melhor amigo...
Vira o outro:
- Pois o meu menino é dono de um haras riquíssimo e presenteou o colega com um puro-sangue campeão.
Com a chegada de outro amigo, um logo diz:
- Estávamos falando sobre nossos filhos. O que tem feito o seu?
- Meu filho é gay, faz strip-tease e programas à noite.
- Mas você não se importa?
- Eu não ligo! Ao contrário. Só nos últimos meses ele ganhou uma casa, um carro zero e um puro-sangue dos três namorados!

Vestindo Pensamentos VII

Treinamento para ter filhos ( por e-mail)


O treinamento é grátis e DEVE ser feito por aqueles que pretendem ter filhos!
 
Exercícios práticos para treinamento de futuros papais e mamães: (O grau de dificuldade de cada exercício é equivalente a tratar de uma criança com um ano de idade)
 
Vestindo a roupinha:
Compre um polvo vivo de bom tamanho e vá colocando, sem machucar a criatura, nesta ordem: fraldas, macaquinho, blusinha, calça, sapatinhos,casaquinho e touquinha.
Não é permitido amarrar nenhum dos membros. Tempo de execução da tarefa: uma manhã inteira.
 
Comendo sopinha:
Faça um buraquinho num melão, pendure o melão no teto com um barbante comprido e balance-o vigorosamente. Agora tente enfiar a colherinha com a sopa no buraquinho. Continue até ter enfiado pelo menos metade da sopa pelo buraquinho. Despeje a outra metade no seu colo.
Não é permitido gritar.
Limpe o melão, limpe o chão, limpe as paredes, limpe o teto, limpe os móveis a volta. Vá tomar um banho. Tempo para execução da tarefa: uma tarde inteira.
 
Passeando com a criança:
Vá para a pracinha mais próxima. Agache-se e pegue uma bituca de cigarro. Atire fora a bituca, dizendo com firmeza: Não. Agache-se e pegue um palito de picolé sujo. Atire fora o palito, dizendo com firmeza: Não.
Agache-se e pegue um papel de bala. Atire fora o papel de bala, dizendo com firmeza: Não.
Agache-se e pegue uma barata morta. Atire fora a barata morta, dizendo com firmeza: Não.
Faça isso com todas as porcarias que encontrar no chão da pracinha.
Tempo para execução: o dia inteiro.
 
Passando a noite com o bebê:
Pegue um saco grande de arroz e passeie pela casa com ele no colo das 20 as 21 horas.
Deite o saco de arroz.
As 22:00 pegue novamente o saco e passeie com ele até as 23:00.
Deite o saco e vá se deitar.
Levante as 1:30 e passeie com o saco até 2:00.
Deite o saco e você.
Levante as 2:15 e vá ver a sessão corujão porque não consegue mais pegar no sono.
Deite as 3:00.
Levante as 3:30, pegue o saco de arroz e passeie com ele até as 4:15.
Deitem-se os dois (cuidado para não usar o saco de travesseiro).
Levante às 6:00 e pratique o exercício de alimentar o melão.
Não é permitido chorar.
 
Repita tudo o que disser, pelo menos cinco vezes. Repita a palavra Não a cada 10 minutos, fazendo o gesto com o dedinho.
Gaste uma pequena parcela do seu orçamento (90%) com leite em pó, fraldas, brinquedos, roupinhas.
 
Passe semanas a fio sem transar, sem ir ao cinema, sem beber, sem sair com amigos.
 
Não é permitido enlouquecer!

Vestindo Pensamentos V

LEIS DE MURPHY

"Um atalho é sempre a distância mais longa entre dois pontos."
"Tudo que começa bem acaba mal.
Tudo que começa mal acaba pior."
"Expectativas negativas produzem resultados negativos.
Expectativas positivas produzem resultados negativos."
"A beleza está à flor da pele, mas a feiúra vai até o osso!"
"Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação do manual."
"Tudo leva mais tempo do que todo o tempo que você tem disponível."
"Se há possibilidade de varias coisas darem errado, todas darão; ou a que causar mais prejuízo."
"Se você perceber que uma coisa pode dar errada de 4 maneiras e você conseguir driblá-las uma quinta surgirá do nada."
"Deixadas à sua sorte, a tendência das coisas é de ir de mal a pior."
"É impossível criar qualquer coisa a prova de imbecis - os idiotas são muito inventivos."
"Metade da humanidade vive torrando o saco da outra e vice versa."
"Seja qual for o resultado, haverá sempre alguém para :
a)interpreta-lo mal.
b)falsificá-lo.
c)dizer que já tinha previsto tudo em seu último relatório."
"Quando um trabalho é mal feito qualquer tentativa de melhorá-lo o piora."
"Não acredite em milagres... baseie-se neles."
"Sempre se dará preferência ao provavelmente impossível do que ao
improvavelmente possível."
"As coisas pioram sobre pressão."
"A confusão não só reina como governa."
"A explicação mais simples sucede a solução mais complexa."
"Na natureza nada se transforma. Tudo se abate ou se queima."
"Acontecimentos infelizes sempre ocorrem em série."
"Toda vez que se menciona alguma coisa:
....se é bom acaba
....se é mal acontece."
"Se você tem alguma coisa há muito tempo, pode jogar fora."
"Se você joga fora alguma coisa que tem há muito tempo, você vai precisar dela logo, logo..."
"Se algo perdido foi achado, algo mais se perderá."
"Você sempre encontra aquilo que não esta procurando."
"O modo mais rápido de se encontrar uma coisa é procurar outra."
"A utilidade de um artigo é inversamente proporcional ao preço que você pagou por ele."
"Quando te ligam:
se você tem caneta não tem papel.
se tem papel não tem caneta.
se tem ambos ninguém liga."
"Toda dor de dente tende para sábado a noite."
"Não se chateie se a programação da TV lhe parece chata: amanha será pior."
"Se sua experiência fracassou destrua todas as provas que tentou."
"Entre dois acontecimentos prováveis, sempre acontece um improvável."
"Quase tudo é mais fácil de enfiar do que de tirar."
"Mesmo o objeto mais inanimado tem movimento suficiente para ficar na sua frente e provocar uma canelada."
"Qualquer esforço para se agarrar um objeto em queda provocará mais destruição do que se deixássemos o objeto cair naturalmente."
"Se tudo que você tem é um martelo trate tudo como um prego."
"Toda vez que um incompetente se demite é substituído por alguém mais incompetente."
"Por mais bem feito que seja o seu trabalho o patrão sempre achará onde riscá-lo."
"Nenhum patrão mantém um empregado que está certo o tempo todo."
"Adiar é a forma mais perfeita de negar."

"Coisas que fatalmente acontecem em qualquer crise:
O departamento de marketing diz sim.
O de finanças diz não.
O legal vai examinar o assunto
O de pessoal fica preocupado.
O de planejamento entra em pânico.
O de engenharia nem tá ai.
O de produção pede mais espaço.
A administrarão geral encontra um responsável.
O Banco do Brasil financia tudo."

"Qualquer assunto digno de ser debatido pode muito bem deixar de sê-lo."
"Quando político fala em corrupção os verbos são sempre usados no passado."
"Um idiota é tão brilhante quanto o dinheiro que tem."
"Se você for esperar o motivo certo para fazer alguma coisa, nunca fará nada."
"O segredo do sucesso é a sinceridade, se você conseguir fingir isso você tá feito."
"Os assuntos mais simples são aqueles que você não entende nada."
"Dois monólogos não fazem um diálogo."
"Se você é capaz de distinguir entre o bom e o mal conselho você não precisa de conselho."
"Para o bom executivo, todas as regras foram feitas para serem rompidas sempre que necessário."
"Crie uma praga e ofereça-se imediatamente como o salvador da lavoura."
"O prestígio do economista varia na razão inversa da intendibilidade de suas declarações."
"Nunca avise que a declaração que vai fazer é importante."
"Sempre deixe espaço aberto para a justificativa caso a coisa não de certo."

"Toda a idéia revolucionária provoca três estágios:
1. 'é impossível - não perca meu tempo.'
2. 'é possível mas não vale o esforço'
3. 'eu sempre disse que era uma boa idéia'"
"A única maneira de descobrir o limite do possível é ultrapassa-lo e chegar ao impossível."
"A informação que obriga a uma mudança radical no projeto sempre chega ao projetista depois do trabalho terminado, executado e funcionando maravilhosamente. (também conhecida como síndrome do : 'Porra, mas só agora!!!')"
"Quando alguém que você admira e respeita intelectualmente, parece mergulhado em profundos pensamentos, geralmente está pensando em alguma pequena sacanagem."
"Um homem com um relógio sabe a hora certa. Um homem com dois relógios sabe apenas a média."
"Só sabe a profundidade da poça quem cai nela."
"Nada é impossível para quem não tem que fazer o trabalho."
"Especialista é aquele cara que sabe cada vez mais sobre cada vez menos."
"Superespecialista é aquele que sabe absolutamente tudo sobre absolutamente nada."
"Ciência exata é profetizar sobre o que já aconteceu."
"O progresso não consiste em substituir uma teoria errada por uma certa, e sim uma errada por uma aparentemente certa."
"Se há um trabalho difícil de ser feito, entregue-o a um preguiçoso, ele
descobrirá a maneira mais fácil de faze-lo."
"Quando se tem muito tempo para começar um trabalho o primeiro esforço é
mínimo."
"Quando o tempo se reduz a zero o esforço beira as raias do infinito."
"Se não existissem os últimos minutos, nada neste mundo seria realizado."
"Nada jamais é executado dentro do prazo ou do orçamento."
"Para se conseguir um empréstimo é fundamental provar que você não precisa."
"Assim que tiver esgotado todas as suas possibilidades e confessado seu
fracasso, haverá uma solução simples e obvia claramente visível a qualquer outro idiota."
"Qualquer programa quando começa a funcionar já esta obsoleto."
"Qualquer upgrade custa mais e leva mais tempo para aprender."
"Se um programa é útil deve receber um upgrade."
"Se um programa é inútil tem que receber um upgrade."
"Qualquer programa se expandirá ate ocupar toda a memória e congelar."
"A complexidade do programa cresce ate exceder a competência do programador."
"Um computador programado para recusar qualquer dado errado, sempre encontrara um debilóide gênio para fazê-lo engolir dados errados."
"Depois da linguagem cibernética, a linguagem mais falada pelos programadores é a obscena."
"Os computadores não merecem confiança, por que os seres humanos merecem menos ainda."
"Qualquer programa baseado na competência do usuário foi mal programado."
"As máquinas foram feitas para pensar, as pessoas para trabalhar."
"A ferramenta quando cai no chão sempre rola para o canto mais inacessível do aposento."
"A caminho do canto a ferramenta acerta primeiro o seu dedão."
"Se os fatos não confirmam a teoria, abandone os fatos."
"Só um idiota tem talento típico para plagiar outro idiota."
"Guia pratico para a ciência moderna:
Se se mexe pertence a biologia.
Se fede pertence a química.
Se não funciona pertence a física.
Se ninguém entende é matemática.
Se não faz sentido é economia ou psicologia."
"A diferença entre as leis de Murphy e as leis da natureza é que na natureza as coisas dão erradas sempre do mesmo jeito."
"O número de exceções sempre ultrapassa o número de regras."
"Quando conseguimos entender as exceções, já esquecemos as regras que se deixaras excepcionar."
"Nunca deixe seu professor perceber que você existe."
"Ninguém nunca esta ouvindo, até você cometer um erro."
"Qualquer coisa entre parênteses pode ser ignorada (com vantagem, como vê neste exemplo perfeitamente inútil)."
"Se o curso que você desejava mais fazer só tem n vagas pode ter certeza de que você será o aluno n + 1 a tentar se matricular."
"Oitenta por cento do exame final da sua prova da faculdade será baseada na única aula que você perdeu, baseada no único livro que você não leu."
"Cada professor parte do pressuposto de que você não tem mais o que fazer senão estudar a matéria dele."
"A citação mais valiosa para a sua redação será aquela que você não consegue lembrar o nome do autor."
"Não há melhor momento do que hoje para deixar para amanhã o que você não vai fazer nunca."
"A maioria dos trabalhos manuais exigem três mãos para serem executados."
"Os primeiros 90% de uma tarefa demora 90% de tempo a executar.
Os restantes 10% demora outros 90%."
"Uma gravata limpa atrai sempre a sopa do dia."
"Se está escrito 'Tamanho único, é porque não serve em ninguém."
"Se o sapato serve, é feio!"
"Nunca há horas suficientes em um dia, mas sempre há muitos dias antes do sábado."
"Sorria... amanhã será pior."
"Todo corpo mergulhado numa banheira faz tocar o telefone."
"Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível."
"A informação mais necessária é sempre a menos disponível."
"A probabilidade do pão cair com o lado da manteiga virado para baixo é
proporcional ao valor do carpete."
"O gato sempre cai em pé."
"Não adianta amarrar o pão com manteiga nas costas do gato e o jogar no carpete.
Provavelmente o gato comerá o pão antes de cair... em pé."
"Murphy baseou toda sua pesquisa no Windows"
"Não tem porquê ser pessimista. Não vai funcionar mesmo."
"Nada está tão ruim que não possa piorar."
"A fila do lado sempre anda mais rápido."
"As coisas podem piorar, você é que não tem imaginação."
"O material é danificado na proporção direta do seu valor."
"Se você está se sentindo bem, não se preocupe. Isso passa."
"Lei de Murphy no ciclismo: Não importa para onde você vai; é sempre morro acima e contra o vento."
"Por mais tomadas que se tenham em casa, os móveis estão sempre na frente."
"Existem dois tipos de esparadrapo: o que não gruda, e o que não sai."
"Uma pessoa saudável é aquela que não foi suficientemente examinada."
"Tudo que é bom na vida é ilegal, imoral ou engorda."
"Por que será que números errados nunca estão ocupados?"
"Mas você nunca vai usar todo esse espaço de Winchester!"
"Se você não está confuso, não está prestando atenção."
"Não vai doer, prometo."
"Sexo é uma das nove razões para a reencarnação, as outras oito não importam."
"Na guerra, o inimigo ataca em duas ocasiões: quando ele está preparado, e quando você não está."
"Seja pessimista. É impossível para um otimista ter uma agradável surpresa."

"Lei de Murphy na escola:
Se for prova com consulta, você esquecerá seu livro; se for lição de casa, esquecerá onde mora."
"Amigos vêm e se vão, inimigos se acumulam."
"A Lei de Murphy é algo transcendente. Lavar o seu carro para fazer com que chova não funciona."
"Um documento importante irá demonstrar sua importância quando, espontaneamente, ele se mover do lugar que você o deixou para o lugar onde você não irá encontrá-lo."
"As crianças são incríveis. Em geral, elas repetem palavra por palavra aquilo que você não deveria ter dito."
"Uma maneira de se parar um cavalo de corrida é apostar nele."
"Toda partícula que voa sempre encontra um olho."

domingo, 9 de março de 2008

O pastor de ovelhas


Um pastor de ovelhas estava cuidando de seu rebanho, quando surgiu pelo inóspito caminho uma Pajero 4x4 toda equipada.

Parou na frente do velhinho e desceu um cara de não mais que 30 anos, terno preto, camisa branca Hugo Boss, gravata italiana, sapato moderníssimo bicolor, que disse:

- Senhor, se eu adivinhar quantas ovelhas o senhor tem, o senhor me dá uma?

- Sim, respondeu o velhinho meio desconfiado.

- Então o cara volta pra Pajero, pega um notebook, se conecta, via celular, àInternet, baixa uma base de dados, entra no site da NASA, identifica a área do rebanho por satélite, calcula a média histórica do tamanho de uma ovelha daquela raça, baixa uma tabela do Excel com execução de macros personalizadas, e depois de três horas, diz ao velho:

- O senhor tem 1.324 ovelhas, e quatro podem estar grávidas.
O velhinho admitiu que sim, estava certo, e como havia prometido, poderia levar a ovelha. O cara pegou o bicho e carregou na sua Pajero. Quando estava saindo, o velho perguntou:
- Desculpe, mas se eu adivinhar sua profissão, o senhor me devolve a ovelha?
Duvidando que acertasse, o cara concorda.
- O senhor é advogado ?!?! diz o velhinho...
- Incrível! Como adivinhou?
- Quatro razões:
- primeiro, pela frescura;
- segundo, veio sem que eu o chamasse;
- terceiro, me cobrou para dizer algo que já sei.
- E quarto, nota-se que não entende merda nenhuma do que fala:
Devolve já o meu cachorro !!!!

Vestindo Pensamentos III

Vestindo Pensamentos I